Tuesday, July 04, 2017

Thiago Martins. O vereador petista de Barbacena (MG) e a matança de crianças inocentes - o aborto -, a maconha e o banditismo, a "catequese" da Teologia da Libertação, a ideologia de gênero LGBT-gayzista e outras aberrações.

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.


I.

Na imagem abaixo, Thiago Martins - após ser eleito vereador em Barbacena-MG pelo PT - expôs os fundamentos destrambelhados de sua concepção abortista.  


Ele acredita - pressupondo a sua boa-fé - que a posição da Igreja contra o aborto é mera "questão religiosa". Como se fosse algo "cego", sem base na realidade objetiva de uma prática contrária à vida. 

E, para não ficar mal, para maquiar a imagem de militante do assassinato de crianças inocentes, Thiago Martins diz que é a favor do aborto, "mas não de forma livre e sem controle da prática" - sem explicar, contudo, de que modo, e sob quais critérios, será feito o tal "controle", e como irá impor um limite à "liberdade" que está na base da própria reivindicação abortista - e que o aborto é -  ora, quão "sensível" e "apiedado" para com aquelas que têm servido frequentemente como mero pretexto para levantar uma "bandeira" ou para posar de bonzinho - uma prática "extremamente traumática ao organismo e ao psicológico da mulher". 

É a "Sua Senhoria", o vereador abortista Thiago Martins.

II.

A "filosofia" de Thiago Martins sobre o aborto. 

O vereador do PT em Barbacena (MG) "ensina" - "filosoficamente falando" - que não é válido o "argumento" de quem se posiciona contra o aborto com base na alegação de que o embrião "é uma vida". Isto porque, de acordo com o "sábio" edil, "carne", "verduras" e "ovos" - "que comemos" - também "são vida!" (Cf. imagem).

Thiago Martins exige coerência dos que defendem tal "argumento": se querem manter a posição contra o aborto, devem parar de comer carne, verduras e ovos; ou, então, aceitam o aborto, se querem conservar os seus hábitos alimentares. O "ciente" vereador, no entanto, não se atentou para uma distinção fundamental: o embrião não é simplesmente uma "vida", mas uma vida HUMANA. Por isso, é absurdo exigir tal "coerência" apoiado num disparate auto-evidente: a equiparação entre [1] uma vida humana e [2] uma vaca, um pé de alface ou um ovo de galinha. 

Mas, já que o "filósofo" petista reclama "coerência" dos outros, vamos reivindicar dele o mesmo. Porque, se Thiago Martins come carne, verduras e ovos - uma vez que ele afirma "comemos" - ele assume, óbvio, a mórbida "coerência" abortista: "se eu como carne, verdura e ovo - e, para isso, mata-se um boi, um ramo de couve e um ovo (um ovo, uma "célula embrionária"!) -, então é legítimo matar um embrião HUMANO". Mas, - por "coerência" à sua tese abortista - deveria abraçar a possibilidade de comer um embrião humano também.

A situação do vereador fica ainda mais constrangedora se ele deixa de comer um dos itens de uma dieta de carne, verduras e ovos por causa de seus "princípios filosóficos". É que, assim, ele estaria estabelecendo uma distinção - um "preconceito", diria um comuno-esquerdista como ele mesmo - entre os diversos tipos de "vida". Se ele não come nenhum, - para manter-se "coerente" - alguém precisa imediatamente alertá-lo sobre as consequências para a sua saúde física. 

Ademais, se o princípio do "sábio" edil - a equivalência entre todos os tipos de vida - fosse ampliado e aplicado a ele mesmo, ora, então não há problema nenhum em equiparar Thiago Martins a um jumento, a uma flor de alcachofra ou a um ovo de codorna. 

Eis o "sapientíssimo" vereador do PT, pago com o dinheiro do contribuinte, e suas disparatadas "lições" de "filosofia" para legitimar o aborto - o assassinato de crianças inocentes.

III.

Thiago Martins e a pergunta maliciosa para dissimular mais um ato de promoção da ideologia de gênero LGBT-gayzista [1]. 

Veja a imagem.  

O vereador petista de Barbacena (MG), junto com a sua "pesquisa" no Facebook, deveria apresentar o amplo estudo desenvolvido por Mark Regnerus, da Universidade do Texas, que revela: crianças que permanecem junto das suas famílias biológicas têm uma educação melhor, apresentam maior saúde mental e física, menos envolvimento com drogas ou atividades criminosas, além de um "nível" de "felicidade" mais elevado; 23% dos filhos de mães lésbicas foram tocados sexualmente pelos pais ou por um adulto, enquanto o mesmo aconteceu apenas com 2% dos filhos criados por pai e mãe; filhos de mães lésbicas têm 11 vezes mais chance de serem molestados; na infância, 69% dos filhos de mães lésbicas viviam com a ajuda assistencial do governo, em comparação com 17% de filhos de pais e mães casados – na fase adulta, são 38% comparados com 10%; 5% dos filhos de pais casados consideraram o suicídio no ano anterior ao da pesquisa, enquanto 12% dos filhos de lésbicas e 24% de filhos de pais homossexuais [1].

Deveria contar aos seus "seguidores" - e eleitores - a história de Dawn Stefanowicz, criada por "pais" homossexuais, mas que agora defende o casamento entre um homem e uma mulher. A vida de Heather Barwick, criada pela mãe biológica e pela parceira dela: "Eu não apoio o casamento gay. Mas não é pelas razões que vocês estão pensando. Não é porque vocês são gays. Eu amo vocês, de verdade. É por causa da natureza das relações entre pessoas do mesmo sexo. Casamento entre pessoas do mesmo sexo significa privar a criança de um pai ou uma mãe dizendo que não importa, que é tudo a mesma coisa. Mas não é" [...] "A ausência do meu pai criou um grande vazio em mim e eu sofria todo dia por não ter um. Eu amo a parceira da minha mãe, mas outra mãe nunca substituirá o pai que eu perdi" [2].

Thiago Martins poderia relatar para o público barbacenense a carta enviada à Suprema Corte dos Estados Unidos, na qual os signatários relatam: "Os seis assinantes desta carta fomos todos criados por pais e mães gays e lésbicas. Cinco de nós somos mulheres e um é gay, embora todos criamos nossos filhos com seus pais do sexo oposto. Queremos agradecer-lhes por darem voz a algo que aprendemos por experiência: Todo ser humano tem uma mãe e um pai, e cortar isso da vida de uma criança significa roubar a sua dignidade, humanidade e igualdade. Sabemos que os pais homossexuais podem ser amorosos, dado que amamos os nossos pais e eles nos amam. Não obstante, todos nós experimentamos em primeira pessoa a dura reação que segue quando se questiona a visão dominante da 'paternidade homossexual' como universalmente positiva. Sabemos que chegarão a estar sob uma tremenda pressão, especialmente agora quando na Itália e Estados Unidos estão sendo empurrados para ignorar a nossa preocupação pelos nossos direitos a ter uma mãe e um pai, com o fim de agradar ao poderoso lobby gay" [3] [4].

O edil - que ainda levanta a bandeira abortista do assassinato de bebês inocentes - deveria ler e divulgar o estudo publicado no "Depression Research and Treatment" que aponta: crianças criadas por casais do mesmo sexo estão mais propensas à depressão [5].

Muito bem. O material acima é o suficiente para mostrar o "tipo" de destrambelhamento que o vereador Thiago Martins pretende promover em Barbacena. Não um destrambelhamento sem consequências e efeitos, uma vez que, antes de ocupar um assento na Câmara, ele trabalhou para incluir a ideologia de gênero no Plano Municipal de Educação para moldar o comportamento de crianças e jovens à agenda LGBT-gayzista. 

IV.

As pessoas já não caem mais com tanta facilidade no discurso de "romantização" do banditismo. Claro, os brasileiros vivem hoje sob as consequências trágicas dele, reféns da desordem, da rebeldia boboca e da criminalidade assombrosa. Porém, tal discurso é parte do conhecido arsenal comunista, que sempre explorou o crime como arma de conquista "revolucionária" do poder - da idealização propagandística das ações terroristas e de guerrilha à criação das duas principais facções criminosas do país: o Comando Vermelho e o PCC [6]. O próprio PT - partido que tomou de assalto o Brasil e que está à frente de uma quadrilha com ambições continentais: o Foro de São Paulo.

Muito bem. O que faz Thiago Martins - vereador petista de Barbacena (MG) - com este vídeo - veja a imagem [7] - é reproduzir o mesmo ideário, engodo, de seus cupinchas, correligionários, ídolos e "gênios" inspiradores. A "romantização" do crime, potencializada pela "luta de classes" racialista, ataque à autoridade e desmoralização da polícia, apologia das drogas - ele próprio um "maconheiro", i.e., um difusor da proposta demente de legalizar o baseado -, etc., etc. Uma ideologia nefasta - aplaudida ainda por babaquinhas e "idiotas úteis" - e que utiliza de todos os artifícios e distorções para embelezar a disseminação do ódio, a revolta, a transgressão e o delito, produz a desgraça para o país, mas gera bons lucros para o Império Comunista do Crime. 

V.

Thiago Martins - eleito vereador em Barbacena (MG) pelo PT - baba para todos os cantos: "Estado laico!", "Estado laico!" - e exige, inclusive, que a Igreja se afaste do debate público sobre o aborto, sobre o assassinato em massa de crianças inocentes [8]. 

No entanto, - ora, ora, veja só - o "ilustre" edil barbacenense participou de um "curso de formação e capacitação para vereadores" promovido por um "padre". Claro, um "padre do PT". João, o deputado federal que utiliza o sacerdócio - e as fraudes da Teologia da Libertação - para enganar os católicos e instrumentalizar sorrateiramente a Igreja com o propósito de promover as causas e bandeiras, o esquema de poder de seu grupelho [9]. Veja a imagem. É a picaretagem comuno-petista exibida com sorriso no rosto e sem pudor algum.

VI.

Olha ai... Thiago Martins faz pose para uma foto com seu "guru" - Leonardo Boff, um dos "ícones" da nefasta Teologia da Libertação e "sacerdote" do ecologismo comuno-globalista. 

O vereador do PT de Barbacena que - para assumir uma cadeira na Câmara Municipal da cidade mineira - foi "catequizado" por outro embusteiro: João - o "padre" que promove a sua carreira política de deputado federal e o esquema de poder comunista valendo-se também das fraudes da teologia revolucionária para instrumentalizar a Igreja e enganar os católicos. 

VII.

Thiago Martins... O vereador do PT faz pose para os seus eleitores com um ataque aos "pró vida". Ele utiliza um argumento bem chinfrinzinho, embora repetido por muita gente. Veja a imagem. 

Ora, uma vez que o aborto é a eliminação de uma vida humana, se seguirmos a "lógica" do "sábio" edil barbacenense, ninguém mais pode se opor ao assassinato; porque, se for "contra", terá o dever de prontamente se apresentar para cuidar de todas as potenciais vítimas e salvar suas vidas. Um disparate! 

O argumento do vereador abortista ainda tem outra consequência. Ele soa - aliás, imagine que você mesmo o traduza para uma criança abandonada: "está vendo, se tivesse sido abortado - se a sua mãe o tivesse matado no ventre - não estaria nessa situação". Uma monstruosidade - que Thiago Martins publica certo, convicto, coitado, de que está de fato dando uma lição nos "pró vida". 

VIII.

Quem se deixa levar pelo título realmente pode ficar impressionado: "Respeito à vida". Mas, se o leitor já conhece um pouquinho o vereador que faz cara de paisagem no canto do informativo, começa a ficar desconfiado [10]. Porque Thiago Martins - do PT de Barbacena (MG) - não dedica à vida humana o mesmo empenho que demonstra ter no cuidado e na proteção da vida animal. Sim, o "ilustre" edil é o "protetor dos lindos animaizinhos", mas um fervoroso promotor do aborto - do assassinato de crianças inocentes e indefesas no ventre de suas mães [11]. 

"Respeito à vida"... Trata-se de mais amostra da picaretagem comuno-petista. Thiago Martins. Ele, que prega por todos os cantos um distorcido "Estado laico", reivindica que a Igreja seja afastada do debate público sobre a matança de crianças - e que participou de um "curso de formação e capacitação para vereadores" com João: o "padre do PT" que engana os católicos com as fraudes comunistas da Teologia da Libertação [12].  

IX.

O vereador Thiago Martins recentemente anunciou uma "parceria" com a Mídia Ninja e o Fora do Eixo (Cf. imagem). O petista utiliza o velho vocabulário florido e pomposo para mentir. 

Sim, mentir! Mentir para os que votaram nele, em Barbacena (MG), e para o público em geral, pois qualquer "Zé Ruela" minimamente informado sabe que a Mídia Ninja não é uma "rede descentralizada de comunicação", e não tem "viés livre" coisíssima nenhuma: é um canal de mídia do PT, subordinado aos interesses políticos do partido e de seus aliados, e tem envolvimento com o crime organizado [13].

E o Fora do Eixo? Ora, quem não se lembra do Pablo Capilé, líder do grupo e "ninja" do PT? E da orgia que o Fora do Eixo promove com o dinheiro público? Do trabalho semelhante ao "escravo" imposto aos seus integrantes? E a criação "experimental" de uma criança? [14] 

Thiago Martins e sua turminha fazem pose. O sorriso "meigo" estampado em cada rosto, se não é demência aguda, é a picaretagem comuno-petista descarada - para enganar você, trouxa!   

X.

Thiago Martins - o "ilustre" vereador petista de Barbacena (MG) - em mais um ato de campanha da ideologia de gênero LGBT-gayzista. A bandeira agora é a da TRANSEXUALIDADE - um transtorno mental! Sim, é o que atesta o Doutor Dr. Paul R. McHugh - ex-chefe de Psiquiatria do Hospital Johns Hopkins (EUA): a transexualidade é um transtorno mental que merece tratamento [15]. O doutor Richard B. Corradi - professor de Psiquiatria na Faculdade de Medicina da Case Western Reserve University de Cleveland (Ohio, Estados Unidos) - classifica o "transgenerismo" como uma "histeria de massas" [16]. No entanto, Thiago Martins quer dar a ela - à transexualidade - não só uma aparência de "normalidade"; ele está empenhado na elaboração de políticas públicas baseadas em um "transtorno": como tentou, antes de ocupar uma cadeira na Câmara, inserir sorrateiramente a ideologia de gênero LGBT-gayzista no Plano Municipal de Educação para influenciar e condicionar o comportamento de jovens e adolescentes nas escolas. 

XI.

Atenção, pais e autoridades legislativas, professores e diretores de núcleos de ensino de Barbacena (MG). Thiago Martins trama mais uma manobra para introduzir a ideologia de gênero LGBT-gayzista nas escolas. 

O vereador do PT, antes mesmo de ocupar uma cadeira na Câmara Municipal, trabalhou ativamente para burlar o Plano Nacional de Educação - que baniu a matéria - e tentou sorrateiramente colocá-la no Plano Municipal [17]. Insatisfeito, ele agora propõe a "Lei Dandara" que, sob o pretexto de combater com "conscientização" o "preconceito" e a "discriminação", servirá como instrumento para inserir nas "escolas" a disparatada ideologia de gênero e, com ela, influenciar o comportamento das crianças, jovens e adolescentes da cidade. Veja a imagem: [https://www.facebook.com/blogbbraga/photos/a.190586071090013.1073741828.184797238335563/823481327800481/?type=3&theater]. 

XII.

Há não muito tempo, chamei a atenção de pais e autoridades legislativas, de professores e diretores de núcleos de ensino de Barbacena (MG) para um projeto de lei do vereador Thiago Martins que, se aprovado, introduzirá a ideologia de gênero LGBT-gayzista sorrateiramente nas escolas da cidade [18]. 

Tive a oportunidade de assistir recentemente um discurso do edil do PT para justificar outra iniciativa do tipo [19]. Um dia após o "dia internacional contra a homofobia", Thiago Martins subiu à tribuna da Câmara Municipal para apresentar aos seus colegas de casa e ao público em geral as razões de ter copiado a "Lei Rosa" - um misto de história pessoal com dados sobre o assunto.

Não estou aqui para avaliar a vida particular do vereador, que contou com orgulho o fato de ser o primeiro vereador assumidamente gay da cidade, ou examinar as emoções em suas palavras. Se Thiago Martins passou de fato por um drama familiar ou qualquer constrangimento injusto por causa do seu homossexualismo, sou absolutamente solidário a ele - como pessoa. Contudo, nem o drama pessoal nem as suas emoções são critérios compatíveis com a avaliação objetiva do conteúdo da proposta legislativa - e do próprio homossexualismo -, e não são justificativas legítimas para se passar do domínio pessoal para a dimensão pública, com uma lei de abrangência municipal que influencie o comportamento e a sexualidade de crianças e jovens nas escolas.

Se o drama pessoal e as emoções não lhe conferem legitimidade, menos ainda os dados sobre o assunto que Thiago Martins apresentou na Câmara Municipal. O vereador fala do "estudo" e da "ciência", que retiraram a homossexualidade da "lista de doenças"; porém, ele não contou que a base desse "estudo científico" é uma fraude monstruosa, construída por Alfred Kinsey com pedofilia e estupros [20]. 

Thiago Martins utiliza ainda como fonte o GGB (Grupo Gay da Bahia), que já foi denunciado publicamente por fraudar de forma descarada as estatísticas de mortes de homossexuais para promover as bandeiras LGBT [21]. E mais. O GGB foi fundado e presidido por Luiz Mott, conhecido por declarações - e gestos - que sugerem no mínimo a apologia da pedofilia [22].

O petista chega a contestar a versão da polícia barbacenense para a morte de um casal de homossexuais. Duvida e suspeita no mínimo irresponsáveis, uma vez que ele não estava ali na condição de "perito de botequim", mas como uma autoridade pública, colocando em xeque uma entidade com o mesmo status, e sem exibir nenhum elemento concreto para fundamentar o seu laudo especulativo, que tem por conclusão sumária uma molecagem: "é um pouco estranha essa versão". 

Thiago Martins cita os "manicômios" da cidade para mostrar a perseguição contra os gays. É oportuno citar, então, aquele que tornou-se o "livro sagrado" sobre o tema: "Holocausto Brasileiro", de Daniela Arbex. A publicação denuncia o encarceramento de homossexuais, mas não apresenta nenhum - nenhum! - caso particular como prova documental ou testemunhal que fundamente o trabalho  muitas vezes tratado como "científico", mas que, neste e em outros pontos, demonstra ser mais uma fraude. 

Curioso, o senhor Thiago Martins faz alusão à "natureza" da questão em tela. Contudo, o Doutor Paul R. McHugh, ex-chefe de Psiquiatria do Hospital John Hopkins (EUA) é categórico ao afirmar: a transexualidade é um transtorno mental que merece tratamento [23]. Pamela Pupp, doutora em Biodiversidade, Genética e Evolução também não hesita: "Quando os fetos se formam, possuem dois cromossomos sexuais, XX, se menina, ou XY, se menino. Isso não é discriminação, é simplesmente biologia" [24]. Nestes termos, quem desrespeita a "natureza" é o próprio vereador petista, que pretende dar uma aparência de normalidade - por via legislativa - a um transtorno mental e recriar (como se fosse possível) a própria biologia. Pior, ele quer incutir esse disparate na cabeça das crianças e jovens da cidade. 

Enfim, a julgar pelo discurso falseado de Thiago Martins, o Brasil é um matadouro de gays, arena de perseguição monstruosa e implacável contra os homossexuais. Mas, se o cenário é assim tão tenebroso, como descreve o vereador petista, com uma população de preconceito implacável, ora, a primeira pergunta que se deve fazer é: como foi possível, então, Thiago Martins tornar-se o primeiro vereador gay de Barbacena? A própria pessoa do vereador, ali, na tribuna, fazia oposição às suas palavras. Apesar disso, tem muita gente que cai e se deixa levar, inclusive outros vereadores. Eles, que irão votar o projeto de lei em pauta e que tiveram a atenção chamada por Thiago Martins de forma chantageosa: "lembrem-se dessas pessoas" - como se a iniciativa, caso não seja aprovada, fosse deixar os homossexuais desprotegidos. Não. Os gays já têm o amparo da lei, das mesmas leis que amparam todo e qualquer cidadão. Na hora do voto, os vereadores devem pensar nisso, e que está em jogo um disparate de ideologia de gênero que pretende influenciar o comportamento de crianças e jovens. Um disparate abominado pela imensa maioria da população brasileira, que se mobilizou para afastá-la dos planos nacional e municipais de educação, mesmo com a ação sorrateira de seus militantes e defensores, entre os quais se inclui o próprio Thiago Martins [25]. Um disparate que a Associação Americana de Pediatras classificou como "abuso infantil" [26].  

XIII.


A obsessão gayzista de Thiago Martins é tão doentia que o vereador agora quer "capacitar" a Guarda Municipal com todo o arsenal de disparates da ideologia de gênero LGBT. É o dinheiro público bancando a demência comuno-petista na Câmara Municipal de Barbacena (MG).




XIV.


Esta é mais uma amostra dos artifícios utilizados pelos parasitas da Teologia da Libertação para enganar os católicos e levá-los a colaborar com os seus interesses. Thiago Martins - vereador petista de Barbacena (MG) - compartilha a reportagem de um jornal obviamente esquerdista para anunciar que "a Igreja Católica convoca fiéis" para a paralisação do dia 28 de abril. O objetivo com a divulgação da matéria é, claro, convencer os católicos a participarem do protesto comunista tramado por organizações ligadas ao PT. Porém, não há nenhum documento do Vaticano que determine a tal "convocação" dos fiéis, e nenhum membro do clero tem autoridade para se manifestar em nome da Igreja no tocante ao assunto - nem mesmo a CNBB.

É a picaretagem comuno-petista descarada. Thiago Martins, o edil barbacenense que foi "catequizado" pelo "padre do PT" - João, o "apóstolo" da Teologia da Libertação que tornou-se deputado federal parasitando a Igreja e enganando os católicos.


REFERÊNCIAS.

[1]. Cf. McManus, Mark. "How different are the adult children of parents who have same-sex relationships? Findings from the New Family Structures Study". Social Science Research, Vol. 41, Issue 4. Julho, 2012, pp. 752-770 [http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0049089X12000610#]. Cf. WND, Mike McManus, 22 de Novembro de 2012 [http://www.wnd.com/2012/11/my-2-dads-childhood-not-so-happy-and-gay/].

[2]. Cf. The Federalist, "Dear Gay Community: Your Kids Are Hurting", 17 de Março de 2015 [http://thefederalist.com/2015/03/17/dear-gay-community-your-kids-are-hurting/].

[3]. Cf. "Adotados por homossexuais agradecem Dolce e Gabbana por sua defesa da família composta por pai e mãe", ACIDigital, 18 de Março de 2015 [http://www.acidigital.com/noticias/adotados-por-homossexuais-apoiam-dolce-e-gabbana-em-sua-defesa-da-familia-composta-por-pai-e-mae-42212/].

[4]. Fonte para os dados apresentados acima: BRAGA, Bruno. "O 'Fantástico' e a fraude gayzista" [http://b-braga.blogspot.com.br/2015/07/o-fantastico-e-fraude-gayzista.html].

[5]. Cf. "Invisible Victims: Delayed Onset Depression among Adults with Same-Sex Parents" [https://www.hindawi.com/journals/drt/2016/2410392/].

[9]. Cf. Sobre João, deputado federal que se disfarça de "padre": BRAGA, Bruno. "CDHM: 'Padre' do PT comanda 'trincheira' comuno-petista" [http://b-braga.blogspot.com.br/2016/06/cdhm-padre-do-pt-comanda-trincheira.html]; "Mariana: 'movimentos populares' e 'trincheira' comuno-petista" [http://b-braga.blogspot.com.br/2016/06/mariana-movimentos-populares-e.html]; "Os 'padres' que absolveram Dilma" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/12/os-padres-que-absolveram-dilma.html]; "João - 'vida dupla', improbidade administrativa e guerrilha rural dos sem-terra" [http://b-braga.blogspot.com.br/2015/02/joao-vida-dupla-improbidade.html]; "O 'apostolado' do 'padre João' em Barbacena-MG" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/03/o-apostolado-do-padre-joao-em-barbacena.html].

[13]. Cf. "E as ligações do Mídia Ninja (Fora do Eixo) com os Black Blocs? Autoridades policiais, INTIMEM o Caetano!" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/02/e-as-ligacoes-do-midia-ninja-fora-do.html]; "A QUADRILHA Black Bloc e o 'apostolado da revolução'" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/02/a-quadrilha-black-bloc-e-o-apostolado.html]; "Os 'mascarados' agradecem" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/06/os-mascarados-agradecem.html].

[14] Cf. "Quem é Pablo Capilé (O Ninja do PT)" [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/09/quem-e-pablo-capile-o-ninja-do-pt.html]; "'Ninja' do PT: 'Eu voto em Dilma'" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/09/ninja-petista-eu-voto-em-dilma.html]; "A exposição pública da Casa Fora do Eixo Minas (com atividades em Barbacena-MG)" [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/08/a-exposicao-publica-da-casa-fora-do.html].

[15]. Cf. "Transgender Surgery Isn't the Solution". Wall Street Journal, 13 de maio de 2016 [https://www.wsj.com/articles/paul-mchugh-transgender-surgery-isnt-the-solution-1402615120].

[16]. Cf. "Psychiatry Professor: ‘Transgenderism’ Is Mass Hysteria Similar To 1980s-Era Junk Science". The Federalist, 17 de novembro de 2016 [http://thefederalist.com/2016/11/17/psychiatry-professor-transgenderism-mass-hysteria-similar-1980s-era-junk-science/].

[17]. Cf. "Eleições 2016 - Barbacena (MG)" [http://b-braga.blogspot.com.br/2016/09/eleicoes-2016-barbacena-mg.html].  

[20]. Cf. Brian Fitzpatrick. Série de artigos publicada no World Net Daily: “Perturbador! Kinsey pagou meu pai para me estuprar” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/perturbador-kinsey-pagou-meu-pai-para.html]; “Vítima de experimentos sexuais suspeitos revela” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/vitima-de-experimentos-sexuais.html]; “Como uma vítima de Kinsey vive com trauma do abuso sexual” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/como-uma-vitima-de-kinsey-vive-com-o.html]. Tradução. Bruno Braga. - Secret History: "Kinsey's Paedophiles". Documentário, 1998 [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/secret-history-kinseys-paedophiles.html].

[21]. Cf. "Jean e a defesa dos números gayzistas" [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/02/jean-e-defesa-dos-numeros-gayzistas.html]; "Números gayzistas forjados, uma amostra didática" [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/01/numeros-gayzistas-forjados-uma-amostra.html].
[23]. Cf. "Transgender Surgery Isn't the Solution". Wall Street Journal, 13 de maio de 2016 [https://www.wsj.com/articles/paul-mchugh-transgender-surgery-isnt-the-solution-1402615120].

[24]. Cf. "Pamela Puppo: 'No aceptar la ideología de género no es discriminación sino simple biología'". Infocatólica, 20 de junho de 2017 [http://infocatolica.com/?t=noticia&cod=29699].

[25]. Cf. "Eleições 2016 - Barbacena (MG)" [http://b-braga.blogspot.com.br/2016/09/eleicoes-2016-barbacena-mg.html].

[26]. Cf. "Associação Americana de Pediatras fulmina ideologia de gênero: é abuso infantil!". Aleteia, 13 de julho de 2016 [http://pt.aleteia.org/2016/07/13/associacao-americana-de-pediatras-fulmina-ideologia-de-genero-e-abuso-infantil/].

Friday, June 02, 2017

Uma crise ainda mais profunda.

Bruno Braga.


Com os sucessivos escândalos que diariamente chocam o país, o que escrevo aqui pode estar desatualizado ou fora do tempo. No entanto, mesmo com a avalanche de notícias e denúncias, é algo que não pode ficar para trás, soterrado: trata-se de um documento emitido pela CNBB sobre a grave crise política [1].

Não, o objetivo não é fazer um comentário exaustivo do documento. Não é tratar das atribuições específicas da CNBB nem da falta de legitimidade da Conferência dos Bispos para apresentar-se em nome da Igreja - como se fosse (a) Igreja Católica - em questões políticas. Não cabe falar sobre o tom de declarações do mesmo tipo, afinadas frequentemente com o esquerdismo. Não é o momento para narrar o aparelhamento da CNBB, que, como já é de conhecimento público, contribuiu de forma decisiva para a ascensão do criminoso esquema de poder comuno-petista. Não. O objetivo é considerar um ponto bem determinado do documento: a exigência de "um resgate da ética na política" [2].

Parece um mal sinal o fato de uma declaração assinada por Bispos católicos não conter uma só menção a Nosso Senhor Jesus Cristo. Para pastores que se mostram tão preocupados com a corrupção da classe governante, é no mínimo estranho não trazerem à consciência das pessoas o temor e a justiça de Deus, e o próprio Jesus Cristo como modelo de conduta. Eles reivindicam e exigem a ética, mas se esquecem até mesmo da lei divina, que já determina: "não roubar", "não levantar falso testemunho", "não cobiçar as coisas alheias".

De qualquer maneira, o que é a tal ética? Os Bispos, aparentemente, fazem referência a uma "conduta íntegra" - por parte do servidor público - e aos "valores" da "honestidade" e da "justiça social" - exigidos para que se tenha um "novo modo de fazer política". 

Claro, normas de conduta são importantes. Contudo, elas estabelecem compromissos na camada mais superficial da vida humana, no domínio estritamente mundano e material. Tais compromissos, para serem efetivos, precisam de outros ainda mais profundos, que sejam capazes de comprometer a pessoa inteira. Sim, pois a atividade - a política, especificamente - ocupa somente um período de tempo na vida diária, apenas uma parte da existência, enquanto a virtude precisa abarcar a pessoa como um todo, e não só no instante em que está dedicada ao serviço público, mas em todos os momentos e para além do tempo.  

No âmbito mais profundo do ser, o que vem do exterior tem uma voz mais baixa e uma autoridade mais frágil, que precisa muitas vezes da vigilância, da correção e até mesmo de uma pena. Nesse domínio, é necessário estabelecer um compromisso do coração, que é mais dócil - não à letra, a uma norma de conduta - mas a outra pessoa. Talvez seja possível verificar isso na própria experiência, pois parece evidente que um compromisso com o pai, com a honra da mãe, ou uma palavra dada ao irmão, inflamam na pessoa uma seriedade e uma dedicação superiores aos apelos vindos de um código de postura no trabalho. Agora, e se essa pessoa for mais que o pai, a mãe e o irmão, uma vez que só ela tem acesso ao coração do indivíduo? Uma pessoa que é ela mesma o caminho, a verdade e a vida, e que ao encontrá-la se estabelece um compromisso com uma justiça que ultrapassa o tempo e que é para toda a eternidade. Pois foi justamente essa Pessoa que os Bispos esqueceram de mencionar no documento, embora eles mesmos tivessem o dever de representá-La.

Enfim, o documento da CNBB, longe de ser uma luz, é ele mesmo expressão de uma crise ainda mais profunda, pois mostra, infelizmente, a incapacidade dos Bispos para indicar o único antídoto contra o Mal, o apoio firme e sólido contra as incertezas e o caos político, o modelo a ser seguido e único capaz de possibilitar uma conduta efetivamente íntegra. Em vez de falarem ao coração, muitos deles cederam à tentação de politizar a fé. Aliás, tudo não começou com uma campanha comuno-petista pela ética na política, "abençoada" por "apóstolos" de uma teologia fraudulenta - a Teologia da Libertação? As consequências estão ai. No Centenário de Nossa Senhora de Fátima, é impossível não lembrar a sentença profética da Irmã Lúcia: "são cegos a guiar outros cegos".       


REFERÊNCIAS.


[2]. Idem.

Wednesday, May 24, 2017

2017: o ano de centenários históricos e sua relação com a Maçonaria.

Manuel Guerra.
Tradução. Bruno Braga.


No ano de 2017 coincidem uma série de centenários de primeiríssima categoria: o primeiro da revolução marxista comunista na Rússia (outubro, 2017) das aparições da Virgem Maria em Fátima (maio-outubro, 1917); o terceiro da fundação da Maçonaria (junho, 1717); e o quinto do "protesto" de Lutero (1517), origem do "protestantismo". São quatro acontecimentos relacionados de alguma forma entre si mediante sua conexão com a Maçonaria.

Acaba de sair a edição digital e impressa do meu livro "El árbol masónico. Trastienda y escaparate del Nuevo Orden Mundial" (Digital Reasons, Madrid, 2017, 498 pp.). Dada a importância e atualidade de sua temática, brindo o leitor com o seu primeiro capítulo como um aperitivo.


1. O primeiro centenário do triunfo da revolução bolchevique.

O triunfo da Revolução de Outubro (1917) permitiu que os bolcheviques assumissem o poder na Rússia em novembro desse mesmo ano. Contribuiu de forma eficaz com esse triunfo, entre outros fatores, o apoio que os maçons dos governos ocidentais deram a Kérensky, deputado socialista, presidente do governo provisório antes de Lenin, Grão-mestre do Grande Oriente Russo e secretário do Supremo Conselho Maçônico da Rússia. Na revolução de fevereiro de 1917, todos os ministros de seu governo eram maçons, menos um. O maçom Pavel Milykov, ministro de Assuntos Exteriores do governo provisório, admite em suas "Memórias" que o golpe de Estado de 1917 foi um complô maçônico.

Influenciou também a condição maçônica de Trotski e a do pintor Frederic (Fred) Zeller, Grão-mestre do Grande Oriente da França (1971-1973), secretário de Trotski exilado na Noruega (1935), assim como a de Stepanov Skvotsov, fiel companheiro, e a de Lenin mesmo, comunista e fundador da "Ur-Lodge" ou "superloja" supranacional Joseph Maistre. Influenciou ainda, desde finais do século XIX, o financiamento dos empréstimos à Rússia, concedidos pelos bancos ocidentais que estavam nas mãos de judeus e maçons, como Rothschild e Kuhn Loeb, Morgan, e Rockefeller à frente.

Poucos anos mais tarde, o ponto 22 (III Internacional, 1919), ou seja, o das condições requeridas para que um partido socialista fosse comunista, exige a eleição entre ser "irmão" (maçom) ou "camarada" (comunista), dada a incompatibilidade entre a foice e o martelo e o esquadro e o compasso. Até que Lenin o revelasse na IV Internacional (Moscou, dezembro de 1922), o ponto 22 foi mantido em segredo para não gerar inimizade com os banqueiros ocidentais que, em grande medida, financiaram a Revolução Russa. Ademais, Moscou advertiu que um comunista ocultar a sua filiação à Maçonaria seria considerado como a infiltração de um agente inimigo no partido, e significaria sua ignomínia diante do proletário, linguagem retórica que, na União Soviética, seria traduzida por torturas e mortes. Ludovico-Óscar Frossard, maçom e primeiro secretário do Partido comunista francês, abandonou o Partido e o posto de secretário geral do mesmo (janeiro, 1923). Em 1937, passou a "adormecido" de sua loja em Paris provavelmente por influência de seu filho Andrés, convertido à fé católica em 1925, aos 20 anos, autor, entre outros bestsellers, "Dios existe. Yo me lo encontré" (Rialp, Madrid, 1970). Mas "o comunismo é somente uma etapa, não um fim", proclama o Grande Oriente da França em sua revista oficial "Bulletín du Grand Orient de France" (n. 43, janeiro-fevereiro, 1964). Uma vez desaparecido o marxismo comunista russo, será o tempo da Nova Ordem Mundial maçônica e democrática.

2. O quinto centenário do "protesto" de Lutero, origem do protestantismo.

O protestantismo fez-se de dobradiça no plano teológico ou religioso entre o teocentrismo / cristocentrismo medieval e o antropocentrismo / egocentrismo da modernidade. Durante a Idade Média o homem e o seu entorno sócio-cultural gravitavam ao redor de Deus e de Jesus Cristo; a partir do protestantismo giram em torno do homem e do eu, da subjetividade. Com razão Mons. Ernest Jouin, fundador e diretor da revista "Revue Internationale des Societès secrétes" (1912-1939), cataloga a Maçonaria como "filha da Reforma" e o ex-maçom Jean Marquès-Rivière a define como "um protestantismo laicista". Avalie, ademais, o fato de que, na aurora da maçonaria moderna, as quatro lojas de Londres, unificadas em 1717, estavam dirigidas por pastores protestantes e que, dois deles, Anderson e Désaguliers, elaboraram e redigiram as Constituições maçônicas, promulgadas já em 1723 (seis anos depois da fundação da Maçonaria moderna ou atual) e aceitas praticamente por todas as Obediências ou ramos da Maçonaria que existiam e existem hoje. 

"A Maçonaria nunca foi revolucionária e subversiva nos países protestantes. Pelo contrário, apóia o protestantismo na Prússia, Inglaterra e nos Países Baixos para lutar e destruir as nações católicas como a França. A Maçonaria se serviu do protestantismo, mas jamais foi anti-protestante. A Maçonaria é doutrinalmente próxima do protestantismo, embora tenha estado sempre em oposição total ao dogma católico e ao bastião da moral e dos bons princípios que é a Igreja Católica de Jesus Cristo (J. Livernette, pp. 68-69).

No dia 31 de outubro de 1517, o monge agostiniano Martinho Lutero (1483-1546) cravava suas 91 teses na porta da igreja do Palácio de Wittenberg, gesto que simbolizava o "protesto" e rebelião de Lutero frente a Roma e a origem do "protestantismo". Portanto, em 2017 se "comemora" o seu quinto centenário, não se "festeja", pois - pelo menos por parte dos católicos - não é possível celebrar festivamente uma ruptura tão dolorosa e a quebra da cristandade. 

3. O primeiro centenário das aparições da Virgem de Fátima.

É de conhecimento de todos que as aparições da Virgem em Fátima aconteceram do dia 13 de maio a 13 de outubro de 1917. Mas nem todos conhecem a intervenção da Maçonaria, sua oposição às aparições e sua perseguição contra os três videntes (cf. M. F. Sousa e Silva "Los pastorcitos de Fátima, HomoLegens, Madrid, 2008. pp. 211-234). Os três videntes: Francisco (11.06.1908 - 04.04.1919), sua irmã Jacinta (11.03.1910 - 20.02.1920) e a prima de ambos, Lúcia (28.03.1907 - 13.02.2005), nasceram em Aljustrel, aldeia situada a três quilômetros de distância da Cova de Iria, lugar da maioria das aparições, onde está agora a capelinha das aparições.

3.1. A Maçonaria contra as aparições da Virgem em Fátima e contra seus videntes.

As revoluções portuguesas de 1910 a 1921 foram organizadas sob a direção da Maçonaria e dos Carbonários (H. Webster). Entre os dirigentes da nova e sectária República se destacou Magalhães de Lima, Grão-mestre do Grande Oriente de Portugal. Ele foi convidado para o congresso internacional das Obediências maçônicas dos países aliados e neutros, comemorativo ao segundo centenário de fundação da Maçonaria, celebrado em Paris (28-30 de junho de 1917). No dia 13 de maio do mesmo ano de 1917, exatamente a data da primeira aparição da Virgem em Fátima, Magalhães Lima declarou: "a vitória dos aliados deve ser o triunfo dos princípios maçônicos ("Neue Zürcher Nachrichten, 28 de julho de 1917, n. 206). O marechal Ferdinand Foch, Chefe dos exércitos aliados, em 1918, depois de ler o tratado de paz, limitou-se a dizer: "Isto não é a paz, mas um armistício de 20 anos". Exatamente 20 anos depois, uma aurora boreal, a anunciada pela Virgem em Fátima, preludiou o começo da Segunda Guerra Mundial.

É do conhecimento de todos o empenho das autoridades portuguesas, iniciadas na Maçonaria, para apagar as aparições da Virgem Maria em Fátima, chegando inclusive à tortura psíquica dos videntes para que eles revelassem "o segredo", sem consegui-lo. Se não interveio pessoalmente, Magalhães foi informado por Artur Oliveira Santos, administrador e presidente do ajuntamento de Ourém, substituto do Juiz da Comarca, membro da loja de Leiria desde os seus 26 anos de idade, fundador de um "Triângulo" maçônico na sede do ajuntamento e do periódico "O Ouremse". Oliveira Santos foi o responsável pelas ameaças horrorosas, interrogatórios, encarceramento das três crianças videntes com presos comuns depois de tê-los raptado. Por causa dele os videntes não puderam estar no dia 13 de agosto no local das aparições, onde se concentrou mais de 18.000 pessoas. Nos seus informes de 1925 e 1955, Oliveira Santos mente de forma reiterada. Disse que, durante a estada dos videntes na Vila Nova de Ourém, não os "ameaçou ou intimidou, não os encarcerou nem os deixou incomunicáveis", e que "não sofreram a menor pressão ou violência". Mais até, no dia primeiro de dezembro desse ano de 1917, promovido pelos maçons, celebraram o "Congresso de propaganda e protesto contra as agitações clericais", precisamente em Fátima, aldeia então insignificante e desconhecida. Mesmo depois do Milagre do Sol (13 de outubro), os maçons portugueses consideraram as aparições da Virgem como meros truques e manipulações dos clérigos. O Congresso foi um fracasso manifesto.

3.2. A Virgem acertou em suas previsões proféticas.

As profecias da Virgem em Fátima, já realizadas, contradizem os pregadores da morte de Deus e da providência divina. A irmã Lúcia, quatro anos depois das aparições de Fátima, ingressou em 1921 no colégio das Irmãs Doroteias, em Vilar (perto de Porto) com 14 anos de idade. Em 1925, muda-se para o convento da mesma ordem em Tui (Pontevedra, Espanha) e, pouco depois, no mesmo ano de 1925, quando completou 18 anos de idade, para a mesma ordem na cidade de Pontevedra com o nome de Irmã Dolores. Em 1946, retorna a Portugal e, em 1948, ingressa no Carmelo de Santa Teresa de Coimbra, convento de clausura, no qual faz profissão religiosa com votos. Prescindamos agora de se já foram revelados todos os segredos apresentados pela Virgem à Irmã Lúcia durante sua estada fora da casa paterna, especialmente nos anos 1925-1926, já em Pontevedra.

Franklin Delano Roosevelt a princípio está de acordo: "em política nada acontece por acaso. Sempre que há um acontecimento, pode estar certo de que foi previsto para que fosse realizado desse modo". Franklin D. Roosevelt era presidente dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, maçom, grau 33o. e conhecedor das manobras das sociedades secretas econômicas e ideológicas. Evidentemente, ele não se refere à Providência Divina. O Grande Arquiteto do Universo da Maçonaria, é algo mais que um nome, é um conceito deísta, ou seja, o divino que "põe em marcha o relógio do universo" (Voltaire), um relógio que não precisa que lhe deem corda, pois não intervém nem na vida das pessoas nem na história dos povos.

4. A Maçonaria celebra os seus centenários.

É lógico que a Maçonaria, como qualquer outra instituição, celebre os seus centenários. Evidentemente, como é uma associação secreta, não publica o programa de atos, mas algo se chega a saber com o passar do tempo, às vezes é possível entrever, intuir algo antes de sua celebração.

4.1. O segundo centenário da fundação da Maçonaria (1917).

De acordo com a opinião geral, o nascimento da Maçonaria especulativa ou moderna foi em 24 de junho de 1717. De 28 a 30 de junho de 1917 - segundo centenário - não aconteceu nada digno de menção na vanguarda ou nas frentes de batalha; somente o ordinário da Primeira Guerra Mundial. Mas, na retaguarda, em Paris, se estava celebrando um congresso internacional das Obediências maçônicas dos países aliados e neutros. No discurso inaugural, seu presidente centrou as deliberações em dois temas: o Tratado de Paz e a Sociedade de Nações. O congresso anunciou suas conclusões em treze pontos ou propostas. Woodrow Wilson, um dos presidentes maçons dos Estados Unidos, adotou basicamente esses treze pontos, aos quais acrescentou o último de seus famosos "Quatorze pontos". Nele, anunciou "a criação da Sociedade das Nações" [N.T. conhecida também como Liga das Nações], que foi chamada "criatura da Maçonaria" (Epiphanius), um "Super-Estado maçônico" (Léon de Poncins). A Sociedade das Nações foi dissolvida em abril de 1946 e seus bens foram transferidos para a recém-criada ONU. 

4.2. Como a Maçonaria celebra o seu terceiro centenário (2017)?

Estou ciente de que os maçons reagirão como se estivesse impulsionados por uma mola: não se pode falar sobre "a Maçonaria", pois ela não é um bloco homogêneo. É o que faz o maçom francês Jean-Claude Féraud-Garganti no texto que enviou ao Papa Francisco em 08 de março de 2016 (cf. os artigos na internet "¿Es posible y aconsejable el diálogo entre católicos y masones?" e "Algunos objetivos de la masonería en la celebración del su tercer centenario" em [https://infovaticana.com/blogs/manuel-guerra]). Se é assim, não se poderia falar de nenhuma abstração ou idéia universal como "o homem", "a laranja", nem sobre alguma outra realidade ou idéia universal. Como será visto, os diversos ramos ("Obediências", "Potências" em seu léxico) da árvore maçônica coincidem nas suas raízes, no tronco e na seiva. São muito mais homogêneas do que às vezes se pensa, se diz e até se escreve.

4.2.1. A transformação da sociedade: de religiosa e cristã a maçônica.

Então, depois de trezentos anos de atividade silenciosa, secreta, a Maçonaria está conseguindo transformar o ambiente sociocultural dos países tradicionalmente cristãos, a saber, os ocidentais (Europa, América) e os ocidentalizados (Filipinas, Austrália, etc.), que estão - em grande parte - deixando de ser cristãos e fazendo-se relativistas, laicistas, gnósticos, dominados por uma nova ética sexual, etc., ou seja, maçônicos. Já em 1964, Yves Marsaudon, maçom grau 33o, membro do Conselho Supremo maçônico da França, sentenciou: "podemos afirmar que a Europa se fez maçônica" ("L'Oecumenisme vu par un franc-maçon de tradition". Vitiano: Paris, 1964. p. 25. Prólogo de Charles Riandey, maçom grau 33o). E agora ela se estenderia da Europa ao mundo ocidental, e inclusive a toda a Terra ou humanidade. É a Nova Ordem Mundial.

4.2.2. A imposição do comum a todas as religiões.

Mais a longo prazo, a Maçonaria aspira impor o laicismo a todos os países, ou seja, o comum a todas as religiões e a todas as éticas, restando as religiões tradicionalmente existentes e suas éticas específicas condenadas a uma espécie de prisão domiciliar, isto é, reclusas no foro da consciência individual e dentro de seus templos. Este é um programa em grande parte já realizado, especialmente nos países tradicionalmente cristãos, como se verá. 

4.2.3. A anulação e o enfraquecimento do principal bastião, que até agora tem resistido às investidas maçônicas.

A julgar por vários sintomas e algumas manifestações, com a ocasião do terceiro centenário de sua fundação, entre outros objetivos a Maçonaria aspira eliminar o obstáculo, talvez o único consistente e resistente até agora, que freia o transbordamento maçônico e a consequente inundação e a impregnação de todos os setores e estratos da sociedade e da humanidade. Refiro-me à Igreja Católica na sua unidade interna e na sua recusa dos princípios maçônicos. A Maçonaria pretende consegui-lo mediante a instauração do diálogo oficial entre a Igreja e a Maçonaria, assim como por meio da anulação da Declaração sobre as associações maçônicas, promulgada em 1983 pela Congregação para a Doutrina da Fé com a aprovação de São João Paulo II.

4.2.4. "Reconhecimento da Honra da Maçonaria".

No dia 06 de dezembro de 2016, Dia da Constituição Espanhola, a Grande Loja da Espanha iniciou uma campanha de recolhimento de assinaturas em favor do "Reconhecimento da Honra da Maçonaria" com o lema "Orgulho de ser maçom". Com um mês foram recolhidas 2.625 assinaturas em uma carta dirigida às "instituições democráticas espanholas, das Cortes ao menor dos Ajuntamentos" e "às pessoas de boa vontade". Surpreende-me o número tão baixo de adesões. Somente de maçons espanhóis há muito mais assinaturas. É de supor que, ao final, contabilizarão também assinaturas de maçons de seis idiomas não hispânicos, nos quais está redigido o núcleo do documento.

Eis aqui o núcleo da carta, escrita em espanhol, basco, galego, inglês, francês, italiano, alemão, português e árabe: "Em 2017 a Maçonaria em todo o mundo comemora o tricentenário dos seus ideais fraternos de pensamento livre e tolerância fraterna entre todos os seres humanos. Através desta declaração institucional juntamos-nos ao reconhecimento da honorabilidade destes princípios com o desejo de ver, no século XXI, o dia em que pare o sofrimento daqueles que ainda hoje suportam a perseguição, sanções, condenações penais, exílio, ou são executados por razão da defesa da Maçonaria e dos seus ideais profundamente democráticos".

A carta aponta aqueles contra os quais se opõe: "Todos os fundamentalismos religiosos, todos os totalitarismos políticos, todos os pensamentos únicos conhecidos pelo mundo tem perseguido os ideais de uma instituição que hoje segue estando severamente ameaçada em 23 países".

Neste contexto, o que se entende por "pensamento único"? O relativismo maçônico afirma a igualdade de todas as religiões, de todas as crenças e ideologias, menos a "oficial, politicamente correta", que é "a verdade", a "verdadeira" em cada época, agora a relativista, laicista, naturalista e livre-pensadora, ou seja, a maçônica. Isso não é "pensamento único", embora circunstancial ou de época? Os maçons dão a palavra e têm dado por escrito a resposta afirmativa para essa pergunta. Por exemplo, Armando Corona, ex-Grão-Mestre do Grande Oriente da Itália: "eis aqui o princípio maçônico fundamental: 'não existe uma única religião para alcançar a salvação'", embora "a Igreja Católica tenha dogmas e considera-se a única religião verdadeira" ("30 Giorni" 10, 12, dic., 1992, 50). Pensar que algumas crenças religiosas, políticas, etc. - as suas - são a verdade, se é coerente, afirmará, por exemplo, que a sua religião é a verdadeira. Mas este, como todos os demais "pensamentos únicos", é compatível com a tolerância que respeite os diferentes, ao menos porque o ser humano está dotado de uma dignidade básica, ontológica e teológica, vigente ainda que haja adesão ao erro e ao mal. A Igreja Católica sempre ensinou que é preciso condenar o pecado e perdoar, acolher misericordiosamente o pecador. Em nossos dias parece às vezes que pensa de modo distinto e até contrário.

4.2.5. A "bondade" da Maçonaria e o já "anacrônico" e superado confronto entre a Maçonaria e a Igreja Católica?

A lula, quando se sente em perigo, lança uma espécie de tinta que a esconde, confunde e desorienta os seus perseguidores. A Maçonaria semeou a confusão à sua volta de várias maneiras. Primeiro, por meio do "segredo" - "discrição", chamam eles - e por meio de organizações ainda mais secretas quanto a sua existência e atividades (fraternidades maçônicas [1], organizações de fachada [2], "Ur-Lodges" ou "superlojas" [3]). Segundo, proclamando de forma simples e natural as bondades da Maçonaria, que os documentos maçônicos destinados ao público e as publicações de autores maçons definem como associação filantrópica e iniciática. Enfim, é a insistência de que a incompatibilidade e até confronto entre a Maçonaria e a Igreja Católica, se houve, é coisa do passado, algo já superada ou que, se existe algum resíduo dessa realidade já anacrônica, se dá em Obediências ou ramos maçônicos sem importância pelo escasso número de seus membros ou, evidentemente, não na Obediência do maçom com quem se está falando. Ademais, a experiência ensina que os maçons, em sua maioria, caracterizam-se por sua suavidade, pela delicadeza e serenidade no trato, enquanto os católicos, talvez mais os clérigos, mostramo-nos com um grau notável de insegurança por causa do desconhecimento da complexa realidade maçônica e certa ingenuidade, possivelmente por indisposição, quase conatural para supor duplicidade nos interlocutores e para mover-nos na suspeita. Por fim, quantos não-maçons são conscientes de que o Rito em que "trabalham" os membros de uma loja e Obediência é tanto ou mais importante e influente que a Obediência mesma em que foi iniciado?

O Papa Leão XIII, autor do documento pontifício mais importante sobre a Maçonaria, chamada de "seita maçônica" por ele, recorda que vários de seus predecessores a condenaram; menciona expressamente Clemente XII (1738), Bento XIV, Pio VII ("os maçons se apresentam como cordeiros, mas não são senão lobos vorazes", Encíclica "Ecclesiam a Iesu", 13 de setembro de 1821), Leão XII, Pio VIII, Gregório XVI e Pio IX. E falaram repetidas vezes, "por certo sempre no mesmo sentido", porque uma e outra vez se estava difundindo o boato de que a condenação tinha sido extinta ou que, pelo menos, já não havia motivo para semelhante condenação ("Humanum genus", n. 4, 1884), como se a incompatibilidade entre a Maçonaria e a Igreja Católica ou a impossibilidade do duplo pertencimento (maçom e católico) dependesse de determinadas circunstâncias socioculturais e históricas, não da "inconciliabilidade dos princípios maçônicos e a doutrina cristã".


NOTAS.

[1]. Lojas de "irmãos" ("frater", em latim) ou maçons da mesma profissão (todos políticos, todos médicos, juízes, jornalistas, etc.), embora não necessariamente da mesma Obediência, ramo maçônico ou do mesmo rito. Têm por objetivo a ajuda mutua e a influência sobre a sociedade.

[2]. Seus membros são todos maçons, embora de profissões diferentes. Seus diretores são maçons geralmente não conhecidos  como tal ou não-maçons, mas identificados com o ideário e os projetos da Maçonaria, por exemplo: a "Institución Libre de Enseñanza", Europa Laica. 

[3]. Termo que está atualmente em moda, híbrido do inglês "Lodge" (s), "loja" (s) e do alemão "Ur" = "originário, primordial, autêntico"; no alemão, tem a virtualidade de ser convertido em uma espécie de superlativo ao substantivo ao qual está ligado, por exemplo: "alt"  = "antigo", Ur-alt = "muito, muito antigo). Daí "Alta Idade Média". "Ur-Lodge" (s) pode ser traduzido por "superloja" (s). São lojas maçônicas autocéfalas, autônomas, supranacionais, integradas por maçons de personalidade eminente no seu âmbito (político, financeiro, midiático, etc.), pode-se afirmar que os políticos ocidentais, também os espanhóis e hispanos, que estão substituindo o paradigma cristão pelo maçônico (laicismo, relativismo, divórcio, aborto, matrimônio homossexual, ideologia de gênero, etc.) pertencem a uma ou mais dessas superlojas.

Por outra parte, para semear a confusão, os maçons se servem de católicos, especialmente de clérigos - quanto mais elevado na hierarquia da Igreja, melhor e mais eficazes - que são maçons ou filo-maçônicos. Por isso, é lógica a significativa reação dos maçons, e inclusive de alguns pouco religiosos e Bispos, ante a restrição indicada na conclusão da Declaração sobre as associações maçônicas da Congregação para a Doutrina da Fé (1983), embora seja uma excelente forma de prudência e unidade pastoral: "Não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas com um juízo que implique derrogação de quanto foi acima estabelecido". 

Seguramente, dentro de poucos anos serão conhecidos os objetivos e projetos das distintas Obediências ou ramos maçônicos programados por conta da celebração do terceiro centenário da fundação da Maçonaria, assim como o grau de sua realização.