Sunday, June 28, 2015

A escola do MST: revolução anticristã e assalto à Sagrada Escritura.

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.
 
 
I.
 
A revolução anticristã na escola do MST.
 
 
A Escola Nacional Nacional Florestan Fernandes (ENFF) - o núcleo de "formação" do MST - recordou recentemente a data de falecimento de Antonio Gramsci. O fundador do Partido Comunista Italiano é um dos grandes inspiradores da estratégia revolucionária que há décadas vem sendo aplicada no Brasil: a revolução cultural, que de forma eficaz contribuiu com a promoção do projeto de poder comuno-petista do Foro de São Paulo, do qual os próprios sem-terra são protagonistas e parte atuante.
 
Para celebrar Antonio Gramsci, a "escola" do MST publicou nas redes sociais uma sentença programática do comunista italiano: "O mundo civilizado tem sido saturado com cristianismo por 2000 anos, e um regime fundado em crenças e valores judaico-cristãos não pode ser derrubado até que as raízes sejam cortadas" (Cf. imagem - os destaques em vermelho e o acréscimo das bandeiras são meus).
 
 
É importante recordar que o MST sempre apoiou suas ações - invasões de terra, saques, atividades de guerrilha - na perversão do Cristianismo da Teologia da Libertação. A instrução de Antonio Gramsci publicada pela "escola" dos sem-terra deixa à mostra o caráter pernicioso dessa "catequização" revolucionária. A fraude de um discurso religioso exposta. Uma pretensão anticristã ostentada. "Cortar" as "crenças" e "valores" judaico-cristãos - falsificá-os, enfraquecê-los, subjugá-los - para a promoção do projeto de poder comunista. 
 
II.
 
O MST e o assalto à Sagrada Escritura.
 
 
Um "Caderno de Educação" publicado pelo MST em 2000 apresenta um título significativo: "Ocupando a Bíblia" (Cf. imagem - o destaque em vermelho é meu).
 
 
Trata-se de um manual elaborado para auxiliar a "educação religiosa" dos responsáveis pela "catequese" dos sem-terra - sobretudo das crianças - nos assentamentos e acampamentos, grupos de jovens, nas Comunidades Eclesiais de Base (pp. 07-08). A publicação proclama com distinção o propósito de "formar para a cidadania"; porém, uma "cidadania" que exige "engajamento e a militância" (p. 136). Para isso, o manual traz até um "decálogo". Sim, um "decálogo"! Dez mandamentos ditados por Frei Betto - "apóstolo" da Teologia da Libertação e "coroinha" de Fidel Castro - para articular "fé" e "militância política" (p. 116).     
 
"Ocupando a Bíblia". Ora, não é mais segredo para ninguém. O Movimento Sem Terra chama cinicamente de "ocupação" as suas atividades criminosas: invasões, destruição de propriedades públicas e privadas, saques, ações terroristas e de guerrilha. Portanto, se o próprio MST assume que "ocupa" a Bíblia, outra coisa não faz que assaltar a Sagrada Escritura. E o faz com um "instrumento" conhecido e pernicioso: a Teologia da Libertação. Um embuste criado para ser inoculado dentro da Igreja Católica e perverter, modelar a fé para que ela esteja a serviço do projeto de poder comunista.
 
III.
 
"Mestrado" na escola do MST.
 
 
Uma "bela mística" - com facão e foice - no núcleo de "formação" dos sem-terra. O ritual foi promovido por uma turma de "mestrado". Uma "cerimônia" que mostra o "conteúdo" de um curso de pós-graduação ministrado na escola do MST, e com uma "intenção" que expõe os propósitos do grupo de guerrilha comuno-petista: "defesa da nossa América Latina" é lutar pela "Patria Grande" comunista do Foro de São Paulo (Cf. imagem - os destaques em vermelho são meus).
 
 
LEITURA RECOMENDADA.
 
BRAGA, Bruno. "O MST e a Teologia da Libertação, a CNBB e o projeto de poder petista-socialista-comunista no Brasil" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/o-mst-e-teologia-da-libertacao-cnbb-e-o.html].
 
______. "MST - acordo bolivariano, doutrinação e guerrilha" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/mst-acordo-bolivariano-doutrinacao-e.html].
 
______. "A Escola do MST, o acordo bolivariano e o treinamento dos sem-terra" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/a-escola-do-mst-o-acordo-bolivariano-e.html].
 
______. "Os 10 anos da "escola" do MST. As foices erguidas em honra de Genézio Boff e a emissora bolivariana TeleSUR".
 
______. "Lula ameaça com 'exército' do MST" [http://b-braga.blogspot.com.br/2015/02/lula-ameaca-com-exercito-do-mst.html].

Sunday, June 21, 2015

Lei da Anistia, Mitologia comuno-petista e a comissária da MENTIRA na "escolinha" do MST.

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.
 
 
I.
 
A Lei da Anistia e a Mitologia comuno-petista.
 
 
Luiz Edson Fachin acabou de tomar posse como Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). E, bastou o advogado do MST - do grupo de guerrilha comuno-petista do Foro de São Paulo - assumir o seu assento na mais alta Corte de Justiça do país, para o Procurador-Geral da República solicitar ao Supremo a retomada de uma ação penal contra o Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra (Cf. "Janot pede ao STF retomada de ação penal contra coronel Ustra", Folha de São Paulo, 17 de Junho de 2015 [http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/06/1644047-janot-pede-ao-stf-retomada-de-acao-penal-contra-coronel-ustra.shtml]).
 
Trata-se de mais uma tentativa - agora com o STF quase inteiramente aparelhado - de pisar a Lei da Anistia. De rasgá-la para reescrever a História com a MENTIRA recentemente maqueada por uma tal Comissão da VERDADE. Farsa utilizada para promover agentes políticos e legitimar um projeto de poder. Fraude que transformou uma terrorista comunista em "defensora da democracia", que a promoveu e contribuiu para elevá-la à Presidência da República.
 
 
II.
 
A comissária da MENTIRA na "escolinha" do MST.
 
 
A Comissão da Verdade encerrou no ano passado o seu trabalho de falsificação da História. Entregou o relatório final de suas atividades a uma fraude encarnada: a Presidente Dilma Rousseff - a terrorista que forjou um passado de "defensora da democracia" contra os governos militares, mas que pretendia, pegando em armas e associada a quadrilhas revolucionárias, instaurar no país um regime comunista.
 
Dilma chorou, mas Maria Rita Kehl - uma das integrantes da Comissão da MENTIRA - parece ter dado continuidade às suas atividades, e em um lugar bastante apropriado.
 
A ex-comissária participou de um "Ciclo de Debates" na Escola Nacional Florestan Fernandes, a escola do MST. O tema era bem sugestivo, e parece explicar o papel de uma psicanalista em um grupo supostamente de pesquisa e investigação histórica: "Psicanálise: comportamento, política, sociedade e MILITÂNCIA" (Cf. imagem).
 

Recentemente, a escola Florestan Fernandes serviu de palco para o MST firmar um acordo com o governo bolivariano da Venezuela, que se comprometeu a fornecer doutrinação comunista e treinamento de guerrilha aos sem-terra (Cf. Leitura recomendada). A presença de Maria Rita Kehl no núcleo de "formação" do "exército" com o qual Lula ameaçou o país dá uma dimensão da confiabilidade dos trabalhos da Comissão e da própria "verdade" que ela proclamou, uma falsificação da história para consagrar a mitologia revolucionária comunista.
 
 
Leitura recomendada.
 
BRAGA, Bruno. "Notas sobre a Comissão da MENTIRA", n. III - Maria Rita Kehl e o jornal "Movimento", vinculado ao PCdoB [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/06/notas-sobre-comissao-da-mentira.html].
______. "MST - acordo bolivariano, doutrinação e guerrilha" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/mst-acordo-bolivariano-doutrinacao-e.html].
______. "A Escola do MST, o acordo bolivariano e o treinamento dos sem-terra" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/a-escola-do-mst-o-acordo-bolivariano-e.html].
______. "Lula ameaça com 'exército' do MST" [http://b-braga.blogspot.com.br/2015/02/lula-ameaca-com-exercito-do-mst.html].

Friday, June 05, 2015

Grupo católico revela influência vermelha no Vaticano.

Cliff Kincaid.

Accuracy in Media, 26 de Maio de 2015.
Tradução. Bruno Braga.
 
 
 
 
Fazendo a pesquisa e o trabalho investigativo que os grandes meios de comunicação norte-americanos abandonaram, uma organização chamada "American Life League" (ALL) descobriu evidências terríveis sobre as ligações entre os mais altos postos da Igreja Católica e um grupo comunista internacional conhecido como "Fórum Social Mundial". As evidências apontam a notória influência marxista no movimento de mudança climática que o Papa Francisco e os seus principais assessores estão abraçando.
 
O relatório da ALL, uma apresentação completa com 76 páginas de material de fonte primária e várias fotos, documenta como a "Caritas Internationalis", a principal organização de justiça social do Vaticano, está, atualmente, "assumindo a liderança" para o grupo comunista [1].
 
Michael Hichborn, o autor do relatório, declarou: "Este é um problema muito sério. Dada a íntima conexão que o Fórum Social Mundial (FSM) tem - desde o seu início - com a promoção do comunismo, do aborto, do homossexualismo, é impossível ver como qualquer católico pode participar, ou mesmo falar positivamente disso, e muito menos ter envolvimento na sua administração. Mas a Caritas Internationalis tem!" [2].
 
As denúncias não podem ser descartadas como fanatismo anti-católico, pois a "American Life League" é uma organização católica que há anos trabalha para revelar as fundações e organizações católicas que promovem causas em desacordo com a doutrina oficial da Igreja.
 
Mas, Hichborn disse ao "Accuracy in Media" que, com a exceção de publicações especializadas, como o "Lifesitenews" [3], a imprensa tem ignorado o relatório.
 
O relatório da ALL sobre o Fórum Social Mundial contém fotografias que saltam aos olhos. Exibições abertas de bandeiras e faixas comunistas, imagens de personalidades como Lenin, Castro, Mao.
 
A maior parte da imprensa, é claro, noticiou a "morte" do comunismo após a queda do Muro de Berlim.
 
Porém, o relatório da ALL observa: "Não há dúvida sobre a natureza materialista e revolucionária (Comunista) do Fórum, o que o coloca em oposição à Igreja Católica".
 
Hichborn disse ao "Accuracy in Media" que enviou uma cópia do relatório para o escritório do Vaticano conhecido por "Cor Unum" [4], mas nada foi feito. Disse que um funcionário do Vaticano, preocupado com a questão, foi demitido de suas funções.
 
A ALL identificou outros grupos católicos envolvidos com as atividades do Fórum Social Mundial: "Pax Christi"; "Center of Concern"; "Sisters of Notre Dame de Namur"; "Catholic Relief Services"; e a "Catholic International Cooperation for Development and Solidarity" (CIDSE), uma aliança internacional de agências de desenvolvimento católicas.
 
Uma revisão independente do relatório da ALL confirma a investigação sobre as ligações entre a Caritas Internationalis e o Fórum Social Mundial. De fato, um documento no site da Caritas afirma que a "Caritas esteve envolvida com o Fórum Social Mundial desde o seu início. A Caritas acredita que esta é uma oportunidade para trocar idéias e construir o momento para a mudança real" [5].
 
Depois que o relatório da ALL foi lançado, a Caritas patrocinou uma conferência no Vaticano que contou com as presenças de Jeffrey Sachs, professor da Columbia University e assessor especial do Secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e de Gustavo Gutiérrez, o pai da teologia de orientação marxista, a Teologia da Libertação.
 
Como o "Accuracy in Media" noticiou [6], Sachs escreveu um artigo para a publicação jesuíta "America", atacando como estreito e egoísta o "ideal americano" de vida, liberdade e busca da felicidade. Ele sugere que o documento de fundação dos Estados Unidos está ultrapassado e é incompatível com a concepção que tem do ensinamento católico sobre justiça social.
 
Sachs é um defensor dos impostos globais, que arrancariam centenas de bilhões de dólares do povo americano para financiar algum tipo de governo mundial. O movimento de mudança climática, baseado em uma ciência duvidosa, é atualmente o instrumento mais popular que Sachs e outros podem utilizar para promover os impostos globais.
 
Aproveitando as observações extravagantes de Sachs em uma importante publicação católica, o conhecido escritor Edward Cline comenta no site "Family Security Matters" que "seria preciso uma aldeia - ou, pelo menos, uma aldeia "global" - para saquear e subjugar os Estados Unidos. É o que está sendo proposto por Jeffrey Sachs" [7].
 
O artigo de Cline leva o título "The Sach-ing of America", e ele o conclui dizendo que, "em essência, o plano de Sachs para o futuro saque dos Estados Unidos difere pouco daquele promovido pelo Islã".
 
Em resumo, o modo de vida americano está em risco, dessa vez por causa de uma aliança vaticana com elites acadêmicas da América e com a ONU.
 
O Fórum Social Mundial acaba de realizar outra conferência internacional com foco em um ponto da agenda de Sachs: impostos globais. O Fórum anunciou o lançamento da "Aliança Global pela Justiça Tributária" ("Global Alliance for Tax Justice") [8], incluindo uma declaração de que "a nossa visão implica políticas fiscais redistributivas progressivas, que financiam os serviços públicos vitais, o fim da desigualdade social e da pobreza, o combate contra as alterações climáticas, e a condução ao desenvolvimento sustentável".
 
O tema se encaixa perfeitamente com a esperada Encíclica papal sobre mudanças climáticas.
 
Na Conferência da Caritas, o assessor do Papa Francisco, o Cardeal Oscar Rodríguez Maradiaga, disse que os críticos do documento papal são defensores de uma "ideologia" que ele conclui "está muito amarrada a um capitalismo que não quer parar de arruinar o meio ambiente, pois eles não querem desistir dos seus lucros" [9].
 
Os críticos estão preocupados por causa das diversas declarações do Papa, indicando hostilidade ao sistema capitalista e de livre mercado que trouxe prosperidade a centenas de milhões de pessoas [10].
 
Este tipo de retórica Marxista, vinda de um alto assessor do Vaticano, faz parecer como se o Papa estivesse alinhado com uma ideologia que, apesar do "colapso" do comunismo, ainda está muito viva, e que o "Livro Negro do Comunismo" diz já ter ceifado 100 milhões de vidas.
 
O recente e amistoso encontro de Francisco com o ditador cubano Raúl Castro contribui para a crescente preocupação.
 
"O Papa Francisco nos dará a sua Encíclica sobre Ecologia", disse Maradiaga, antecipando o impacto da carta. "Este ano é uma oportunidade única para assumir a responsabilidade pelo futuro do nosso mundo e da vida das futuras gerações" [11].
 
O título da conferência da Caritas foi "Uma Família Humana, Cuidando da Criação" ("One Human Family, Caring for Creation"). Mas parece que a parte "cuidar" trata da substituição do capitalismo pelas estruturas do "governo global", que envolve uma transferência maciça de poder político e econômico para organizações internacionais, como a ONU.
 
Maradiaga foi substituído pelo Cardeal Luis Antonio Tagle, de Manila, nas Filipinas, como novo presidente da Caritas Internationalis. Mas Mariadiaga continua como coordenador de um grupo de nove cardeais que estão à serviço do Conselho de Cardeais de Francisco [12].

 
NOTAS.
 
 
[2]. Cf. "Vatican's Social Justice Arm Caught Providing Leadership to Communist, Pro-Abortion Organization" [http://www.all.org/article/index/id/MTQzMDE].
 
 
 
 
 
 
 
 
 

[12]. [Nota do tradutor]. O Conselho de Cardeais foi criado pelo Papa Francisco para conduzir a reforma da Cúria Romana.