Sunday, April 26, 2015

A Medalha da Inconfidência no governo do "companheiro de armas" da Presidente Dilma Rousseff.

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.
 
 
I.
A MEDALHA DA INCONFIDÊNCIA no governo petista.
 
Em Ouro Preto, Fernando Pimentel abraça João Pedro Stédile. Fonte. Estado de Minas.
 
Presidente e orador da cerimônia que aconteceu hoje - 21 de Abril - em Ouro Preto: Fernando Pimentel, governador de Minas Gerais. Terrorista comunista companheiro de armas da Presidente Dilma Rousseff (Cf. "Pimentel - CODINOME: 'Jorge'" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/09/pimentel-codinome-jorge.html]).
 
Principal homenageado pelo governador do estado: Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Atuou pornograficamente como advogado de defesa dos petistas no julgamento do escândalo do MENSALÃO, e foi flagrado cochichando com o seu irmão ao telefone: "A imprensa acuou o Supremo. Todo mundo votou com a faca no pescoço. A TENDÊNCIA ERA AMACIAR PARA O DIRCEU" (Cf. CABRAL, 2013, p. 297).
 
Entre outros aliados e correligionários que receberam a homenagem das mãos do petista Fernando Pimentel estava João Pedro Stédile, líder máximo do MST. Comandante do "exército" dos sem-terra, do grupo de guerrilha do Foro de São Paulo com o qual o ex-Presidente Luiz Inácio ameaçou recentemente o país (Cf. "Lula ameaça com 'exército' do MST" [http://b-braga.blogspot.com.br/2015/02/lula-ameaca-com-exercito-do-mst.html]).
 
II.
 
 
 
Depois do escândalo de ser homenageado com a Medalha da Inconfidência, João Pedro Stédile não está nem ai para a polêmica. Em um artigo, ele faz bunda-lê-lê para os mineiros, para os brasileiros, exibindo o diploma de recebimento da comenda (Cf. imagem). E estimulado pela honraria concedida pelo governador petista de Minas Gerais, o líder do MST - do grupo paramilitar que promove invasões e saques de propriedades rurais e urbanas, que mantém associação com narco-guerrilheiros, e que está a serviço do PT e do Foro de São Paulo - ainda teve o atrevimento de proclamar:
"Que o espírito de Tiradentes e seus ideais continuem nos ajudando a nos animarmos na luta" [...] "Salve, Salve, Tiradentes".
O artigo escrito por João Pedro Stédile pode ser lido aqui: "A Medalha da Inconfidência e o Legado de Tiradentes", 23 de Abril de 2015 [http://www.mst.org.br/2015/04/23/stedile-que-o-espirito-de-tiradentes-nos-ilumine-para-irmos-as-ruas-por-justica-social.html].
 
III.
 

 
Medalha da Inconfidência - a mais alta honraria de Minas Gerais. Deveria ser concedida àqueles que serviram ao estado e ao Brasil.
 
Neste vídeo, uma das "dádivas notáveis" do MST para a Terra das Alterosas. Os mineiros da cidade de Ituiutaba foram "agraciados" com uma "nobre" e "sublime" ação do grupo que tem a liderança de João Pedro Stédile - o líder dos sem-terra que foi homenageado pelo governador petista Fernando Pimentel com a Medalha da Inconfidência.
 
IV.
 
Editorial do grupo Bandeirantes que condena a iniciativa do Governador de Minas Gerais - o petista Fernando Pimentel, terrorista comunista companheiro de armas da Presidente Dilma Rousseff - de conceder a Medalha da Inconfidência a João Pedro Stédile, líder do MST (Cf. Vídeo).
 

 
A comenda é a maior honraria do estado, e foi concedida ao "Comandante" do "exército" com o qual o ex-Presidente Luiz Inácio recentemente ameaçou o país, do grupo de guerrilha dos sem-terra que serve ao Partido dos Trabalhadores e ao Foro de São Paulo.
 
V.
 
Ex-diretor do Colégio Tiradentes de Barbacena (MG) devolve Medalha da Inconfidência com a qual havia sido homenageado.
 
Mozart Hamilton Bueno se opôs à iniciativa do Governador de Minas Gerais - o petista Fernando Pimentel, terrorista comunista companheiro de armas da Presidente Dilma Rousseff - de conceder a honraria a João Pedro Stédile, líder do MST.
 
Stédile é o "Comandante" do "exército" com o qual o ex-Presidente Luiz Inácio recentemente ameaçou o país, do grupo de guerrilha dos sem-terra que serve ao Partido dos Trabalhadores e ao Foro de São Paulo.
 

Sunday, April 19, 2015

O "padre" do PT: o "Robert" e a campanha para um agente do Foro de São Paulo.

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.
 
 
I.
 
Mais que um simples "Robert". 
 
 
Um penetra na foto de Dom Geraldo Lyrio Rocha. A cara de espertalhão já o denuncia e o condena. É João. E não se trata apenas de um "bicão" com manha e astúcia para ser fotografado com o Arcebispo de Mariana (MG), que participou neste mês de abril da instalação da Paróquia de São Sebastião, em Monsenhor Isidro. Não.
 
João utiliza da malícia e da astúcia também para parasitar a Igreja Católica. Ele é o Deputado Federal que promove sua carreira política passando-se por "padre". Porém, João está filiado ao PT - que é um partido socialista-comunista [1]. Um partido que está comprometido com a legalização definitiva do ABORTO, do ASSASSINATO DE CRIANÇAS INDEFESAS; que está empenhado na implementação da ideologia de gênero (gayzismo-feminismo) em todas as esferas da vida pública; que tem ligações com o crime organizado; que está associado com grupos narco-terroristas, com movimentos de guerrilha urbana e rural, e que tomou de assalto o país.
 
Enfim, João é mais que um simples "Robert". Por contrariar frontal e obscenamente os seus princípios, ele é um intruso dentro da Igreja Católica. É um "apóstolo" da Teologia da Libertação que tem como "profissão de fé" a promoção do projeto de poder comuno-petista.
 
 
II.
 
Um "padre" em campanha para um genuíno agente do Foro de São Paulo.
 
 
No final de 2014, o então deputado petista Renato Simões declarou em plena Câmara Federal que a Presidência da República é ocupada por um fantoche: quem governa o Brasil é o Foro de São Paulo [2].
 
Simões participou de encontros promovidos pela organização fundada por Lula e por Fidel Castro como parlamentar e, antes de ter assento na Câmara dos Deputados, como Secretário de Movimentos Sociais do PT [3].
 
Em 2013, Simões candidatou-se à presidência do Partido dos Trabalhadores. Para enfrentar a disputa, ele contou com um apoio "ilustre": João - o Deputado Federal que promove sua carreira política fingindo ser "padre" (Cf. vídeo).
 

 
As primeiras palavras do empenhado "cabo eleitoral", contudo, bastam para constatar que de "padre" o sujeito não tem nada: "Nós, da militância SOCIALISTA" [...] [4]. João vai ainda mais longe. Ele afirma que Renato Simões é a "garantia" de um PT "mais à esquerda" para realizar as "reformas estruturantes" no país. Traduzindo. João assegura que Renato Simões é a certeza de que o Partido dos Trabalhadores será ainda mais radical na promoção do seu projeto totalitário de poder.
 
João. O "apóstolo" da Teologia da Libertação disfarçado de "padre" em plena campanha para um genuíno agente do Foro de São Paulo. Da organização que governa o Brasil - conforme o seu próprio candidato à presidência do PT posteriormente confessou -, e que pretende fazer da América Latina uma "Patria Grande" comunista.
 
 
REFERÊNCIAS.
 
[1]. I. Congregação do Santo Ofício, 1949. (1) "É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira? Não. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo [...] (4) Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e sobretudo os que as defendem e propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica? Sim. - II. Congregação do Santo Ofício, 1959. "É permitido aos cidadãos católicos, ao elegerem os representantes do povo, darem seu voto a partidos ou a candidatos que, mesmo se não proclamam princípios contrários à doutrina católica e até reivindicam o nome de cristãos, apesar disto se unem de fato aos comunistas e os apoiam por sua ação? Não, segundo a diretiva do Decreto do Santo Ofício de 1o. de Julho de 1949, n.1 [3865]" (Cf. [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/05/um-alerta-aos-catolicos.html]).
 
 
[3]. "A reforma política para o Foro de São Paulo continuar governando o Brasil" [http://b-braga.blogspot.com.br/2015/04/a-reforma-politica-para-o-foro-de-sao.html].
 
[4]. Cf. Referência [1].


 
Para saber mais sobre João, leia também:
 
BRAGA, Bruno. "João - 'vida dupla', improbidade administrativa e guerrilha rural dos sem-terra" [http://b-braga.blogspot.com.br/2015/02/joao-vida-dupla-improbidade.html].
______. "O 'apostolado' do SOCIALISMO-COMUNISMO em Brasília" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/03/o-apostolado-do-socialismo-comunismo-em.html].
______. "JOÃO e o seu 'apostolado da revolução'" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/05/joao-e-o-seu-apostolado-da-revolucao.html].

Wednesday, April 15, 2015

A "pedagogia" do Foro de São Paulo.

Bruno Braga.
 
 
 
No início do ano, Betto participou do "Congresso Internacional Pedagogia 2015". O "apóstolo" da Teologia da Libertação, ele, que parasita a Igreja Católica disfarçado de "frei", foi um dos principais palestrantes do evento em Cuba, realizado com o patrocínio da UNICEF e da UNESCO [1].
 
A proposta de Betto é promover uma "educação crítica". Uma educação que "busque a formação da consciência crítica e de cidadãos militantes comprometidos com a transformação social". Em outras palavras, trata-se de adestrar os alunos para que eles trabalhem, não para realizar uma tal "transformação social" - que pode soar para o leitor como algo muito nobre e louvável -, mas para ampliar e fortalecer um projeto de poder.
 
Betto é esclarecedor. Ele observa que o "princípio" da "educação crítica" é "não formar meros profissionais qualificados, senão cidadãos e cidadãs que sejam protagonistas de transformações sociais. Por isso transcende os limites físicos da escola e VINCULA EDUCADORES e EDUCANDOS a MOVIMENTOS SOCIAIS, SINDICATOS, ONG, PARTIDOS POLÍTICOS; enfim, a todas as instituições que promovem atividades de transformação social" [2].
 
Para justificar o adestramento de crianças e jovens, e pavimentar o totalitarismo sob o véu da "educação crítica", Betto denuncia o velho "inimigo": o "capitalismo". Ele ressalta que "desde Marx até a Teologia da Libertação, todos sabemos que não existirá emancipação plena sem a superação do sistema capitalista. Uma educação crítica e libertadora não deve perder de vista essa meta". Para o amigo do ditador cubano Fidel Castro, a derrota do "inimigo" e a "emancipação", claro, têm como meta a instauração do comunismo, que implica consequentemente no sacrifício e na privação da liberdade, e na consagração da maior e mais eficiente máquina de produzir cadáveres já vista na face da terra.
 
Eis a "pedagogia" proposta por Betto. Pelo "apóstolo" da Teologia da Libertação que está entre os fundadores do PT - tendo sido assessor do ex-Presidente Luiz Inácio - e que é um dos principais colaboradores do Foro de São Paulo, da organização fundada por Lula e por Fidel Castro para erguer na América Latina a "Patria Grande" comunista. A "educação crítica" não é outra coisa senão um instrumento para a promoção e para o fortalecimento desse ambicioso projeto de poder. Ela não é nenhuma novidade ou inovação. Está sendo ministrada há anos no Brasil sob a inspiração de Paulo Freire, o "patrono da educação brasileira", "mestre" e "guru" de "frei" Betto.

 
 
REFERÊNCIAS.
 
[1]. A palestra proferida por Betto pode ser lida neste link: [http://www.cubadebate.cu/opinion/2015/01/29/frei-betto-educacion-critica-y-protagonismo-cooperativo/#.VS5HhCC5fIV] (Cuba Debate, 29 de Janeiro de 2015) - que é a fonte de todas as citações presentes no texto acima.
 
[2]. Em 2014, em uma conferência intitulada "Papel del educador en la formación política de sus alumnos" - proferida também em Havana - Betto observou: "Ese es el papel del educador: no limitarse a transmitir conocimientos, a facilitar pedagógicamente el acceso al patrimonio cultural de la nación y de la humanidad, sino también, SUSCITAR EN EL EDUCANDO EL ESPÍRITU Y LA MILITANCIA REVOLUCIONARIOS, la búsqueda del hombre y la mujer nuevos inspirados aqui, en el caso de CUBA, en los ejemplos de Martí, CHE GUEVARA Y FIDEL" (Cf. Cuba Debate, 12 de Fevereiro de 2014 [http://www.cubadebate.cu/noticias/2014/02/12/frei-betto-el-principal-enemigo-de-la-revolucion-esta-dentro-de-cuba/#.VS5TxCC5fIW].

 
ARTIGO RECOMENDADO.
 
BRAGA, Bruno. "Legado PORCO e Pedagogia REVOLUCIONÁRIA" [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/07/legado-porco-e-pedagogia-revolucionaria.html].

 
ANEXO.
 
Paulo Freire: "patrono da educação brasileira" e doutrinação dos sem-terra.
 
 
[...] "O Brasil, curiosamente, coloca como novidade interpretativa o que, nos países em que a influência COMUNISTA foi mais importante, como a França, é, hoje, considerado ultrapassado enquanto visão da história ou da educação. Pode-se dizer que a EDUCAÇÃO BRASILEIRA é permeada por um viés de ESQUERDA, particularmente presente entre os PROFESSORES de PEDAGOGIA e HISTÓRIA. Os primeiros, repetidores de PAULO FREIRE e tendo feito com ele uma 'escolha' pelos 'oprimidos', terminaram por produzir um COMPROMETIMENTO DOUTRINÁRIO e PARTIDÁRIO nas escolas brasileiras. Em nome da LIBERTAÇÃO, procuram sufocar a liberdade. Faculdades de pedagogia se desenvolvem pelo país afora segundo um mesmo modelo doutrinário dominante, o que explica em boa medida a simpatia que o PT, o MST e a CPT [Comissão Pastoral da Terra: órgão da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil)] encontram no magistério e nos estudantes. Os segundos são responsáveis por livros-textos de conotação MARXISTA, que privilegiam essa abordagem em todos os períodos históricos apresentados. Até a Revolução inglesa, de conotação fundamentalmente político-religiosa, é 'explicada' em termos 'econômicos'. É nítida a postura de posições anticapitalistas que estruturam a maior parte desses textos, o que termina reforçando o caráter doutrinário e não-livre da educação. No caso das ESCOLAS DO MST, a opção pelo MARXISMO vulgar, como veremos, é particularmente presente, oferecendo como educação um mundo maniqueísta dividido entre 'bons' e 'maus', os 'capitalistas' e os 'socialistas', os 'ricos' e os 'pobres', os 'latifundiários' e os 'sem-terra'. Nesse sentido, pode-se dizer que a EDUCAÇÃO BRASILEIRA já se faz enviesada DOUTRINARIAMENTE, o que tem REPERCUSSÕES DECISIVAS na FORMAÇÃO da OPINIÃO PÚBLICA".
 
NOTAS.
 
1. Texto extraído de ROSENFIELD, Denis Lerrer. "A Democracia ameaçada": o MST, o teológico-político e a liberdade. Editora Topbooks: Rio de Janeiro, 2006. p. 62. (*) Os destaques e as observações feitas entre colchetes são minhas, Bruno Braga.
 
2. Foto. Acervo Paulo Freire: "Paulo Freire e Frei Betto em encontro com os trabalhadores sem terra" [década de 90] (Cf. [http://acervo.paulofreire.org/xmlui/handle/7891/321]) - ambos adeptos da Teologia da Libertação, um simulacro de teologia forjado para assaltar a Igreja Católica, instrumentalizando-a para promover o projeto de poder comunista.

Tuesday, April 07, 2015

E se os empresários decidissem reagir contra a CNBB?

Bruno Braga.




A CNBB está engajada na promoção de projetos de reforma política que preveem a restrição ou a proibição total de doações privadas para campanhas eleitorais. Para difundir as propostas - para convencer os católicos e coletar assinaturas para a convocação de um Plebiscito Constituinte ou para a legitimação de um projeto de lei dito de "iniciativa popular" - a Conferência dos Bispos se consagrou à satanização dos empresários.

Porém, se a CNBB parte do pressuposto de que os empresários - simplesmente por serem empresários - não têm idoneidade moral para participarem do processo que configura o cenário político - cenário determinante para o exercício de suas atividades -, então a Conferência dos Bispos - por coerência - deveria se empenhar em uma campanha para proteger as paróquias e dioceses de seres tão "malígnos" e "rasteiros". Porque, se o empresário que contribui para uma campanha política visa somente obter uma retribuição futura por parte do candidato que financiou, então todos os empresários que patrocinam os jornaizinhos de suas paróquias, dos abastados homens de negócios ao dono da mercearia da esquina que ajudam nas obras de suas igrejas, que fazem doações a instituições filantrópicas, de caridade e de ensino confessionais, todos eles têm no seu coração apenas o propósito de obter favores de padres e ministros, e, em última instância, de subverter a vontade de Deus e comprar a graça divina.

Ora, uma campanha da CNBB contra as doações e contribuições dos empresários para as paróquias e dioceses seria um completo disparate; como são um disparate as propostas de reforma política patrocinadas pela Conferência dos Bispos, fundadas no prejulgamento do empresário e na exclusão sumária dele da vida pública.

Contudo, não seria desatinada a atitude do empresário que, antes de contribuir com a sua paróquia, denunciasse a CNBB por parasitar a igreja para fazer pregações ideológicas e fomentar o ódio através de uma fictícia luta de classes, por satanizá-lo como estratégia maliciosa para promover propostas de reforma política que afrontam os princípios da sua fé e as orientações da Igreja Católica - que fortalecem e ampliam o projeto de poder totalitário estabelecido pelo Foro de São Paulo [1]. Uma atitude assim seria louvável não só como forma de esclarecer que os "excomungados" não são eles, mas provavelmente muitos dos que os acusam, por vínculo e subordinação ao comuno-petismo [2]. Seria um gesto de proteção da sua Casa e um sinal de preocupação com o futuro do seu país.



Referências.

[1]. "A reforma política para o Foro de São Paulo continuar governando o Brasil" [http://b-braga.blogspot.com.br/2015/04/a-reforma-politica-para-o-foro-de-sao.html].

[2]. Congregação do Santo Ofício, 1949. (1) É permitido aderir ao partido comunista ou favorecê-lo de alguma maneira? Não. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo [...] (4) Fiéis cristãos que professam a doutrina materialista e anticristã do comunismo, e sobretudo os que as defendem e propagam, incorrem pelo próprio fato, como apóstatas da fé católica, na excomunhão reservada de modo especial à Sé Apostólica? Sim. - II. Congregação do Santo Ofício, 1959. É permitido aos cidadãos católicos, ao elegerem os representantes do povo, darem seu voto a partidos ou a candidatos que, mesmo se não proclamam princípios contrários à doutrina católica e até reivindicam o nome de cristãos, apesar disto se unem de fato aos comunistas e os apoiam por sua ação? Não, segundo a diretiva do Decreto do Santo Ofício de 1o. de Julho de 1949, n.1 [3865]. 
 

Saturday, April 04, 2015

A reforma política para o Foro de São Paulo continuar governando o Brasil.

Bruno Braga.

 
 
No final do ano passado, o então deputado Renato Simões (PT-SP) declarou em plena Câmara Federal: o Brasil é governado - não pela Presidente Dilma Rousseff - mas pelo Foro de São Paulo [1]. Uma declaração assim, aberta e sem o menor pudor, é por si só escandalosa. Porém, o espanto pode ser ainda maior se ela e quem a enunciou forem inseridos na análise de um dos principais temas do debate público atual: a reforma política.
 
Renato Simões participou de reuniões promovidas pelo Foro de São Paulo no exercício do seu mandato parlamentar [2]. Mas, antes mesmo de compor a Câmara dos Deputados, o petista frequentou os encontros da organização fundada por Lula e por Fidel Castro como Secretário de Movimentos Sociais do PT - é preciso destacar: como Secretário de MOVIMENTOS SOCIAIS do PT. Por exemplo, estava ele em Caracas, na Venezuela, participando ao lado do tiranete Hugo Chávez e de seu futuro herdeiro, Nicolás Maduro, do XVIII Encontro do Foro de São Paulo [3].
 
Muito bem. Atualmente, Renato Simões está empenhado na promoção de duas propostas de reforma política: uma, que seria desenvolvida por meio de um Plebiscito Constituinte; a outra, um projeto de lei dito de "iniciativa popular" apresentado por uma tal "Coalizão para a Reforma Política Democrática" (Cf. imagem).
 

As duas propostas de reforma política têm o apoio da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), apesar de estarem em total desacordo com os princípios e orientações da Igreja Católica. E, embora aparentemente distintas, elas têm o mesmo objetivo: inserir nas instâncias decisórias da administração pública os chamados "movimentos sociais", que são grupos ligados diretamente ao PT ou que de alguma forma são aliados do partido [4]. O MST é o caso mais emblemático. Os sem-terra - que assinam as duas propostas - são parceiros históricos do Partido dos Trabalhadores e um braço do Foro de São Paulo, um braço armado e treinado em atividades de guerrilha [5]. Portanto, não é difícil notar que a reforma política "democrática" é uma fraude. Trata-se propriamente de iniciativas maliciosas que promovem "movimentos sociais" comprometidos com o comuno-petismo para ampliar e fortalecer o seu projeto de poder totalitário.
 
Renato Simões já não é mais Deputado Federal. No entanto, ele passou a integrar uma equipe de trabalho na Secretaria Geral da Presidência da República, que tem entre suas principais atribuições a de intermediar as relações do governo federal com as "entidades da sociedade civil", com os chamados "movimentos sociais". Simões - que pertence à "Militância Socialista" do PT - aceitou o convite do ministro Miguel Rossetto - que é da "Democracia Socialista", a ala trotskysta do Partido dos Trabalhadores. O ministro da Presidente Dilma Rousseff que mantém uma relação estreita com o MST [6] e que se comprometeu com a CNBB - com um aperto de mãos - com a promoção da reforma política [7].
 

Renato Simões aparece ao lado de Miguel Rossetto - antes de integrar oficialmente a equipe do Ministro. A foto acompanha uma publicação da Secretaria Geral da Presidência da República que tem o título - "Ministro Miguel Rossetto OUVE MOVIMENTOS SOCIAIS sobre a reforma política" - e explica que "o encontro faz parte dos DIÁLOGOS entre o ministro e a SOCIEDADE para debater o assunto" (Cf. [http://www.secretariageral.gov.br/noticias/2015/fevereiro/04-02-2015-ministro-miguel-rossetto-ouve-movimentos-sociais-sobre-reforma-politica]). A publicação coloca Renato Simões - um agente do Foro de São Paulo, e que nem deputado federal era mais - como um "representante da sociedade".

Para preparar a conclusão, é importante observar que no seu XIX Encontro - que em 2013 contou com uma saudação especial da Presidente Dilma Rousseff - o Foro de São Paulo estabeleceu: "Temos que REPOSICIONAR O ESTADO e APROFUNDAR A DEMOCRACIA, ASSEGURAR A HEGEMONIA e a ESTABILIDADE POLÍTICA para a realização das MUDANÇAS e GERAR NOVOS ESPAÇOS DE PARTICIPAÇÃO POPULAR NA GESTÃO PÚBLICA e no cumprimento dos direitos básicos da população" [8]. No encontro do ano passado, que aconteceu na Bolívia, a organização comunista ressaltou o "compromisso com o conteúdo de declarações anteriores, em particular a do XIX Encontro, realizado em São Paulo", afirmou o princípio da "DEMOCRACIA e PARTICIPAÇÃO POPULAR" - com o protagonismo dos "MOVIMENTOS SOCIAIS" - para o "ROMPIMENTO RADICAL com O SISTEMA patriarcal de ORGANIZAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA" [9].
 
Diante do exposto, as propostas de reforma política promovidas por Renato Simões atualizariam aquela sua despudorada declaração na Câmara dos Deputados. O Plebiscito Constituinte e o projeto de lei dito de "iniciativa popular" são - assim como o decreto 8.243-14 [10] - mecanismos e ferramentas para permitir que o Foro de São Paulo continue governando o Brasil.

 
Referências.
 
[2]. Idem.
[8]. XIX Encontro do Foro de São Paulo, Declaração final, São Paulo, 2013 [http://forodesaopaulo.org/declaracion-final-sao-paulo-2013/].
[9]. XX Encontro do Foro de São Paulo, Declaração final, Bolívia, 2014 [http://forodesaopaulo.org/declaracao-final-do-xx-encontro-do-foro-de-sao-paulo/].