Saturday, January 24, 2015

A KGB criou a Teologia da Libertação.

 
 

 
Tradução do Capítulo "Liberation Theology" (15), que é parte do livro "Disinformation": former spy chief reveals secret strategis for undermining freedom, attacking religion, and promoting terrorism (WND Books: Washington, 2013) - escrito por Ion Mihai Pacepa e Ronald J. Rychlak.
 
Tradução. Bruno Braga.

 
 
Krushchev queria entrar para a história como o líder soviético que exportou o comunismo para o continente americano. Em 1959, ele foi capaz de instalar os irmãos Castro em Havana, e logo o meu serviço de inteligência estrangeiro envolveu-se na ajuda dos novos governantes comunistas de Cuba para exportar a revolução por toda a América Latina (NT1). Não funcionou. Diferentemente da Europa, a América Latina daquele tempo não havia sido picada ainda pelo besouro marxista (Em 1967, Che Guevara, uma marionete de Castro, foi executado na Bolívia após falhar no plano de acender a guerrilha naquele país).
 
Nos anos 1950 e 1960, a maior parte dos latino-americanos era pobre, camponeses devotos que tinham aceitado o "status quo", e Krushchev estava certo de que eles poderiam ser convertidos ao comunismo através de uma manipulação maliciosa da religião. Em 1968, a KGB foi capaz de dirigir um grupo de bispos esquerdistas sulamericanos na realização de uma conferência em Medellín, na Colômbia. Atendendo a uma requisição da KGB, meu DIE [NT2] forneceu assistência logística aos organizadores. O propósito oficial da conferência era ajudar a eliminar a pobreza na América Latina. O objetivo não declarado era legitimar o movimento religioso criado pela KGB apelidado "teologia da libertação", que tinha o propósito secreto de encorajar o pobre da América Latina a se rebelar contra a "violência da pobreza institucionalizada" gerada pelos Estados Unidos [1].
 
A KGB tinha uma inclinação por movimentos de "libertação". Organização para a "Libertação" da Palestina (OLP), o Exército de "Libertação" Nacional da Colômbia (ELN) [NT3], o Exército de "Libertação" Nacional da Bolívia foram apenas alguns dos movimentos de "libertação" nascidos da KGB. A Conferência de Medellín endossou a Teologia da Libertação e os delegados a recomendaram ao Conselho Mundial de Igrejas (CMI) [NT4] para aprovação oficial. O CMI, sediado em Genebra e representando a Igreja Ortodoxa Russa e outras pequenas denominações em mais de 120 países, já estava sob o controle do serviço de inteligência internacional soviético. Politicamente, hoje ainda permanece sob o controle do Kremlin por meio de muitos sacerdotes ortodoxos que são proeminentes no CMI e ao mesmo tempo agentes da inteligência russa. O padre Gleb Yakunin, dissidente russo que foi membro da "Duma" russa de 1990 a 1995, e que rapidamente teve acesso oficial aos arquivos da KGB, disponibilizou uma grande quantidade de informações através de relatórios clandestinos [NT5], identificando os padres ortodoxos que eram agentes e descrevendo a influência deles nas questões do CMI [2]. Por exemplo, em 1983, a KGB enviou 47 agentes para participarem da Assembléia Geral do CMI em Vancouver, e no ano seguinte a KGB creditou à utilização desses agentes no comitê de seleção do CMI para articular a eleição do homem certo para a Secretaria-Geral [3].
 
O Secretário-Geral do Conselho Mundial de Igrejas, Eugene Carson Blake - um ex-presidente do Conselho Nacional de Igrejas nos Estados Unidos - endossou a Teologia da Libertação e a tornou parte da agenda do CMI. Em Março de 1970 e Julho de 1971, os primeiros congressos católicos sul-americanos dedicados à Teologia da Libertação aconteceram em Bogotá.
 
O Papa João Paulo II, que havia experienciado o desastre comunista diretamente, denunciou a Teologia da Libertação na Conferência do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), realizada em Puebla, México, em Janeiro de 1979: "Essa concepção de Cristo como figura política, um revolucionário, como o subversivo de Nazaré, não se coaduna com o catecismo da Igreja" [4]. Em quatro horas uma refutação do discurso do Papa - em vinte páginas - cobria o chão do evento. O Cardeal López Trujillo, organizador da Conferência, explicou que a refutação era produto de "uns 80 marxistas libertacionistas de fora da Conferência dos Bispos" [5]. Eu me lembro que o DIE romeno tinha sido prontamente parabenizado pela KGB por ter fornecido apoio logístico a esses libertacionistas.
 
Em 1985, o Conselho Mundial de Igrejas - comandado pela KGB - elegeu o seu primeiro Secretário-Geral, que era um marxista declarado: Emilio Castro. Ele tinha sido exilado do Uruguai por causa do seu extremismo político; porém, ele conduziu o CMI até 1992. Castro promoveu fortemente a criação da KGB - a Teologia da Libertação - que hoje está produzindo fortes raízes na Venezuela, na Bolívia, em Honduras e na Nicarágua. Nesses países, os camponeses têm apoiado os esforços dos ditadores marxistas Hugo Chávez, Evo Morales, Manuel Zelaya (agora exilado na Costa Rica) e Daniel Ortega, para transformar os seus países em ditaduras policiais de tipo KGB. Em Setembro de 2008, Venezuela e Bolívia expulsaram - na mesma semana - os embaixadores dos Estados Unidos e apelaram à proteção militar russa.
 
Embarcações militares e bombardeiros russos estão de volta a Cuba - pela primeira vez desde a crise cubana dos mísseis, em 1962 - e também à Venezuela. O Brasil, a décima maior economia do mundo, entrou também para o grupo do Kremlin com o seu presidente marxista, Lula da Silva. Em 2011, Lula foi sucedido por uma ex-guerrilheira marxista, Dilma Rousseff. No mesmo ano, o recém-eleito Presidente do Peru, Ollanta Humala, correu até Buenos Aires para buscar inspiração na Presidente guerrilheira-marxista do Brasil. Com a inclusão da Argentina, onde a atual Presidente, Cristina Fernández de Kirchner, também está levando o país para o grupo Marxista, o mapa da América Latina aparece, sobretudo, em vermelho.
 
Há poucos anos, uma versão negra da Teologia da Libertação começou a crescer entre algumas igrejas radicais-esquerdistas negras nos Estados Unidos. Os teólogos da libertação negra, James Cone, Cornel West, e Dwight Hopkins, declararam explicitamente a preferência pelo Marxismo, porque o pensamento marxista é baseado em um sistema da classe opressora (brancos) contra a classe oprimida (negros), e para o qual se vê apenas uma solução: a destruição do inimigo. James Cone explica:
"A teologia negra aceitará somente o amor de Deus que participa da destruição do inimigo branco. O que nós precisamos é do amor divino tal como é expresso no Black Power, que é a força do povo negro para destruir aqui e agora e por quaisquer meios os seus opressores. Se Deus não participar desse trabalho sagrado, nós devemos rejeitar o seu amor" [6].
A Trinity United Church of Christ - predominantemente negra - é parte desse novo movimento. Seu pastor, o Reverendo Jeremiah Wright, que em 2008 tornou-se conselheiro religioso da campanha presidencial do Senador Barack Obama, ficou famoso, não por gritar "Deus abençoe a América", mas "Deus condene a América!". A campanha presidencial do Senador Barack Obama desculpou-se pela língua solta do Reverendo Wright. No entanto, até Junho de 2011, o mesmo Reverendo Wright estava percorrendo os Estados Unidos para pregar, em igrejas negras abarrotadas, que "o Estado de Israel é ilegal, genocida", e que "equiparar o Judaísmo ao Estado de Israel é equiparar o Cristianismo a Flavor Flav [rapper]" [7].
 
Obama, claro, estava então na Casa Branca.

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Nos anos 60, Che Guevara tornou-se uma espécie de ícone para o movimento da Teologia da Libertação. Naquele tempo, a popularidade do Kremlin estava muito baixa. A repressão brutal dos soviéticos contra a insurreição húngara de 1956 e a instigação que eles promoveram na crise dos mísseis em Cuba, em 1962, causou repugnância no mundo, e todo governante do bloco soviético tentou livrar a cara à sua própria maneira. Krushchev substituiu a "imutável" teoria marxista-leninista da revolução proletária mundial pela política de coexistência pacífica, fingindo ser um defensor da paz. Alexander Dubcek apostou em um "socialismo com um rosto humano", e Gomulka em "deixar a Polônia ser Polônia". Ceausescu anunciou sua independência de Moscou e se apresentou como um "maverick" entre líderes comunistas.
 
A Cuba dos irmãos Castro, que temia qualquer tipo de libertação, decidiu que seria mais simples revestir o seu comunismo com uma romântica fachada revolucionária. Eles escolheram Che como garoto-propaganda porque ele já tinha sido executado na Bolívia - país aliado dos Estados Unidos; depois de fracassar na tentativa de incendiar a guerrilha, ele poderia ser pintado como mártir do imperialismo americano. A KGB imediatamente ofereceu apoio. O DIE romeno, que naquela época gozava de relações estreitas com seu congênere cubano, o DGI, recebeu ordens para também dar uma mão, e me colocou diretamente no projeto [8].
 
A "Operação Che" foi lançada com o livro "Revolução na Revolução" [NT6], uma cartilha para insurreições de guerrilha comunista e que elevava Che aos céus. O autor, o terrorista francês Régis Debray, foi um agente da KGB altamente conceituado [9]. Em 1970, os irmãos Castro aceleraram a santificação de Che. Alberto Korda, um oficial do serviço de inteligência de Cuba que trabalhava disfarçado como fotógrafo no jornal cubano "Revolución", produziu uma foto romantizada de Che. O agora famoso Che, com cabelo longo e cacheado, vestindo uma boina revolucionária com uma estrela, e olhando diretamente nos olhos do observador, inundou o mundo desde então [10].
 
A foto de Che tornou-se o logotipo do épico filme de Steven Soderbergh - "Che", lançado em 2009, com 4 horas de duração e em língua espanhola - que retrata um sádico assassino que dedicou sua vida para colocar a América Latina no grupo do Kremlin como um "verdadeiro revolucionário sob a perspectiva do seu martírio".
 
Até o dramaturgo que recebeu os créditos por escrever a peça que difamou o Papa Pio XII - "The Deputy" - foi recrutado para o esforço de promover Che. A revista "Time" publicou em Outubro de 1970: "Atualmente, Che aparece toda tarde em uma nova peça, 'The Guerrillas', do dramaturgo alemão Rolf Hochhuth". Na peça, "um jovem senador nova-iorquino, que também é líder de um movimento clandestino americano estilo-Che, pede a Guevara que ele abandone sua batalha na Bolívia. Che se recusa. 'Minha morte aqui - em um juízo calculado - é a única vitória possível', diz ele. 'E devo deixar uma marca'" [12]. Além de promover os interesses da KGB, a peça também acusou os Estados Unidos de ser um assassino político e racista.
 
A KGB também contribuiu para fantasiar um diário que Che manteve durante os seus anos como estudante e transformá-lo em um livro-propaganda, "Das Kapital Meets Easy Rider", depois renomeado "Diários de Motocicleta" [NT7]. Hoje Che é um ícone do movimento da Teologia da Libertação e da Teologia da Libertação negra.
 
Durante o período da eleição presidencial de 2008, a emissora Fox de Houston transmitiu um vídeo dos voluntários em um escritório da campanha Obama naquela cidade. As paredes estavam enfeitadas com uma grande foto de Che sobreposta a uma bandeira cubana [13]. Obama seguiu por quase vinte anos a igreja da teologia da libertação negra do Reverendo Wright em Chicago.
 
Raúl Castro uma vez se vangloriou dizendo para mim: "Che é o nosso maior sucesso público".

 
NOTAS.
 
[1]. Cf. Koehler, 26.
 
[2]. Gleb Yakunin, "Wikipedia", [http://en.wikipedia.org/wiki/Gleb_Yakunin].
 
[3]. Keith Armes. "Chekists in Cassocks: The Orthodox Church an the KGB [http://www.spiritoftruth.org/orthodoxchurch.pdf].
 
[4]. "Reaction within the Catholic Church" [http://en.wikipedia.org/wiki/Liberation_theology].
 
[5]. Ibid.
 
[6]. James H. Cone, "A Black Theology of Liberation" (New York: Orbis Books, 1990), p. 27.
 
[7]. Marta H. Mossburg, "Reverend Wright brings his anti-American crusade to Baltimore", The Baltimore Sun, 21 de Junho de 2011 (Edição online).
 
[8]. Cf. Humberto Fontova, "Fidel: Hollywood´s Favorite Tyrant" (Regnery Publishing, Inc. 2005).
 
[9]. Debray inicialmente lecionou na Universidade de Havana, na Cuba dos Castro. Depois tornou-se assessor do Presidente socialista francês François Mitterrand. Debray dedicou sua vida a exportar o Comunismo estilo-cubano pela América Latina, mas em 1967 uma unidade das forças especiais bolivianas - treinada pelos Estados Unidos - o capturou junto com todo o bando guerrilheiro de Che. Che foi condenado à morte e executado por terrorismo e assassinato em massa. Debray foi condenado a 30 anos de prisão, mas foi solto depois de três anos após a intervenção do filósofo francês Jean Paul Sartre. Em Fevereiro de 2003, Debray publicou "The French Lesson" no New York Times (que o descreveu como "ex-assessor do Presidente François Mitterrand", mas omitiu o fato de que ele passou anos na cadeia por terrorimo). Régis Debray, "The French Lesson", New York Times, 23 de Fevereiro de 2003 (Edição online).
 
[10]. A foto de Che foi originalmente lançada no mundo por um agente da KGB disfarçado de escritor - I. Lavretsky, livro "Ernesto Che Guevara", editado pela KGB. I. Lavretsky, "Ernesto Che Guevara" (Moscow: Progress Publishers, 1976). A KGB deu à foto o título de "Guerrillero Heroico" e a espalhou pela América do Sul - área de influência de Cuba. Giangiacomo Feltrinelli, um milionário editor italiano, e comunista romanticamente envolvido com a KGB, inundou o resto do mundo com a foto de Che em posters e camisas. De um dia para o outro o terrorista Che tornou-se um ídolo esquerdista internacional. Feltrinelli virou terrorista, e morreu enquanto plantava uma bomba nos arredores de Milão, em 1972.
 
[11]. A. O. Scott, "Saluting the Rebel Underneath the T-Shirt", New York Times, 12 de Dezembro de 2008; Humberto Fontova, "Fidel: Hollywood´s Favorite Tyrant" (Regnery Publishing, Inc. 2005).
 
[12]. "World: Che: A Myth Embalmed in a Matrix of Ignorance", Time, 12 de Outubro de 1970.
 
[13]. Humberto Fontova, "Che Guevara and the Obama Campaign", Human Events, 18 de Fevereiro de 2008 [http://www.humanevents.com/2008/02/18/che-guevara-and-the-obama-campaign/].
 
 
NOTAS DO TRADUTOR.
 
[NT1]. Pacepa foi general da "Securitate" - a polícia secreta da Romênia comunista.
 
[NT2]. Serviço de Inteligência Internacional da Romênia.
 
[NT3]. No texto original a sigla entre parênteses é "FARC".
 
[NT4]. World Council of Chuches (WCC)
 
[NT5]. "'samizdat' reports".
 
[NT6]. "Revolution in Revolution".
 
[NT7]. "The Motorcycle Diary".
 
 

Thursday, January 15, 2015

FARC utilizam redes da Al Qaeda para introduzir cocaína em Sahel.

Os laços da guerrilha colombiana com essas organizações começam a ser conhecidos.


El Espectador, 09 de Dezembro de 2014.
Tradução. Bruno Braga.
 
 


As FARC introduzem cocaína na Europa através do Sahel. Para isso, contam com as redes da "Al Qaeda no Magreb Islâmico" (AQMI) ativas na fronteira entre Argélia, Máli e Mauritânia, revelou nesta segunda-feira o diário marroquino "Al Massae".
 
O periódico, que cita um informe policial, explica que as FARC utilizam o Sahel como plataforma para chegar à Europa, depois de passar pela Argélia e pelo Marrocos.
 
De acordo com a fonte, a AQMI cobra das FARC uma "taxa" de 15% sobre o valor da cocaína para garantir a passagem segura pelos canais que controla na extensa zona que começa no Saara Ocidental e chega até o norte de Máli, passando pela Mauritânia e pela Argélia.
 
Este pretenso acordo entre as FARC e a AQMI já se concretizou em um intenso tráfico de armas na região, supostamente procedentes de recursos do narcotráfico.
 
Os informes sobre as atividades de máfias de cocaína latino-americanas na área não são novos. Em Setembro, depois do aparecimento de um estoque recorde de 226 quilos de cocaína em uma estrada do Marrocos, a polícia apontou a cumplicidade entre redes de cocaína e de haxixe.
 
As primeiras, vindas da América Latina, trocam cargas de cocaína em alto-mar, em algum ponto não muito distante das Ilhas Canárias, com fardos de haxixe fornecidos por provedores marroquinos.

 
Notas do Tradutor.
 
[1]. Sahel é uma faixa territorial na África entre o deserto do Saara ao norte e a Savana sudanesa ao sul.
 
[2]. As FARC estão comprometidas com um projeto de poder. Elas integram o Foro de São Paulo - a organização fundada por Lula e por Fidel Castro para promover o socialismo-comunismo na América Latina. Armas e drogas, o grupo fornece ainda treinamento em táticas de guerrilha - como o faz para o MST. Os sem-terra que - utilizando o disfarce de "movimento social" e "catequizados" por um simulacro de teologia que instrumentaliza a fé, a Teologia da Libertação - trabalham também para a ampliação e o fortalecimento das ambições do Foro de São Paulo.

 
ARTIGOS RECOMENDADOS.
 
"Dossiê brasileiro" (Revista Cambio) [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/12/dossie-brasileiro-revista-cambio.html]. (*) Sobre o envolvimento de lideranças petistas com as Farc.
 
BRAGA, Bruno. "A Gerentona e as Farc" [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/12/a-gerentona-e-as-farc.html]. (*) Sobre Dilma Rousseff e os narco-terroristas-comunistas da Colômbia.
______. "O 'Chefe' e as Farc" [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/12/o-chefe-e-as-farc.html]. (*) Sobre os Ex-Presidente Luiz Inácio e as Farc.
______. "O MST, as FARC e o recrutamento de brasileiros: pelo depoimento de Luiz Inácio "O Barba" da Silva" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/12/o-mst-as-farc-e-o-recrutamento-de.html].
______. "MST - acordo bolivariano, doutrinação e guerrilha" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/mst-acordo-bolivariano-doutrinacao-e.html].
______. "A Escola do MST, o acordo bolivariano e o treinamento dos sem-terra" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/a-escola-do-mst-o-acordo-bolivariano-e.html].
______. "O MST e a Teologia da Libertação, a CNBB e o projeto de poder petista-socialista-comunista no Brasil" (Bibliografia e material para estudo) [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/o-mst-e-teologia-da-libertacao-cnbb-e-o.html].