Sunday, November 30, 2014

Se a CNBB realmente quer "eleições limpas"...

Bruno Braga.



 
A CNBB é parte ativa da "Coalizão pela Reforma Política Democrática e ELEIÇÕES LIMPAS". O destaque no nome do grupo é proposital. Porque, se a conferência dos Bispos está mesmo empenhada em promover a lisura do processo eleitoral, então ela tem o dever de se manifestar sobre este que reelegeu a Presidente Dilma Rousseff - pronunciar-se sobre:

(1). As diversas denúncias de fraude, registradas em todo o território nacional (Cf. [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/eleicoes-em-cheque-uma-coletanea-de.html]);

(2). A participação da SMARTMATIC no sistema eletrônico de votação, uma empresa cubano-venezuelana já acusada de promover fraudes eleitorais inúmeras vezes;

(3). A apuração secreta determinada por um ministro altamente suspeito: o senhor Dias Toffoli, o advogado do PT que conduziu as eleições como presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral);

(4). A ILEGALIDADE do PT, que viola a norma constitucional e eleitoral por estar vinculado e subordinado a uma organização internacional: ao Foro de São Paulo, fundado em 1990 por Lula e por Fidel Castro para promover o projeto de poder socialista-comunista na América Latina (Cf. Constituição Federal, art. 17, e Lei 9.096-95, art. 28).

E não é só isso. A CNBB - que mantém um silêncio sepulcral sobre questões que já demonstram: não foram "ELEIÇÕES LIMPAS" coisíssima nenhuma - promove uma proposta de reforma política que contraria integralmente a doutrina, os princípios e orientações da própria Igreja Católica. Um projeto de lei que maquia o fortalecimento do totalitarismo petista-socialista-comunista e insere nas instâncias decisórias da vida pública uma série de ONG´s e "movimentos sociais" que pregam a luta de classes, que estão envolvidos em atividades criminosas, comprometidos com a ideologia de gênero, com a legalização das drogas e a implementação definitiva do ABORTO - do ASSASSINATO DE CRIANÇAS - no país. Um projeto de lei de iniciativa popular que, para legitimá-lo, contém assinaturas recolhidas na base da ameaça e da intimidação.

Enfim, se a CNBB está realmente disposta a reivindicar "eleições limpas", então ela não deve apenas se pronunciar sobre as denúncias que colocam a reeleição de Dilma Rousseff em cheque; a CNBB deve abandonar imediatamente a tal "Coalizão pela Reforma Política Democrática", porque a proposta apresentada pelo grupo é ela mesma uma fraude.


NOTA.

Católico, EXIJA da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil a fidelidade à Igreja, ASSINE e COMPARTILHE esta petição: "Pela retirada da CNBB do projeto de Reforma Política e Plebiscito Constituinte" [http://peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR77163].


ARTIGOS RECOMENDADOS.

BRAGA, Bruno. "Padres pregam proposta de reforma política. Fiéis, não assinem!" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/07/padres-pregam-proposta-de-reforma.html].
______. "O porta-voz comunista da reforma política celebrada por padres" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/07/o-porta-voz-comunista-da-reforma.html].
______. "A reforma política da CNBB. Católicos, não assinem!" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/08/a-reforma-politica-da-cnbb-fieis.html].
______. "CNBB firma PACTO com Governo PETISTA: promover a reforma política SOCIALISTA-COMUNISTA" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/08/cnbb-firma-pacto-com-governo-petista.html].
______. "'O Chefe' convoca a militância para a reforma política da CNBB" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/08/o-chefe-convoca-militancia-para-reforma.html].
______. "O 'poder econômico' no projeto de reforma política da CNBB" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/09/o-poder-economico-no-projeto-de-reforma.html].
______. "Ameaças e intimidações para promover Reforma Política. E agora, CNBB?" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/ameacas-e-intimidacoes-para-promover.html].
______. "CNBB se associa a bando que atacou a sede da Editora Abril para reivindicar Reforma Política 'democrática'" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/cnbb-se-associa-bando-socialista.html].

 

Friday, November 28, 2014

CNBB se associa a bando socialista-comunista que atacou a sede da Editora Abril para reivindicar Reforma Política "democrática".

Bruno Braga.
Nota publicada no Facebook em 28 de Novembro de 2014.
 

 
 
"Coalizão pela Reforma Política Democrática" veicula publicidade da União Juventude Socialista (UJS) em favor do projeto de lei de iniciativa popular que trata da Reforma Política (Cf. imagem).
 
A UJS é um braço do PCdoB (Partido Comunista do Brasil), que é aliado da Presidente Dilma Rousseff e membro - na companhia do PT - do Foro de São Paulo, da organização fundada por Lula e por Fidel Castro para promover o projeto de poder socialista-comunista na América Latina.
 
Para quem não se lembra, a USJ promoveu um ataque à sede da Editora Abril, indignada com a publicação da revista Veja que - às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais - forneceu uma informação preciosa para que o público pudesse decidir o seu voto: o depoimento em que o doleiro Alberto Yousseff revelou à Polícia Federal que Lula e Dilma sabiam de todo o esquema de corrupção na Petrobrás (Cf. [http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/dilma-e-lula-sabiam-da-roubalheira-na-petrobras-diz-youssef-se-for-verdade-e-materia-de-impeachment-se-ela-for-reeleita-ja-seria-agora-mas-nao-ha-tempo/]).
 
É com aliados desse tipo que a CNBB se associa para promover e implantar uma reforma política chamada de "democrática". É com eles que proclama uma proposta que tem na pauta do seu discurso a "democratização dos meios de comunicação". Expressão que o vandalismo promovido pela UJS preenche com mais uma amostra concreta do seu real significado - controle da imprensa - e expõe o absurdo que é a CNBB participar de uma "Coalizão" que reúne grupos ligados a atividades criminosas, promotores da luta de classes, comprometidos com a legalização das drogas e com a implementação definitiva do aborto - do ASSASSINATO DE CRIANÇAS - no país. Uma "Coalizão" que advoga uma proposta de reforma política que nos seus termos maquia a ampliação e o fortalecimento do projeto de poder petista-socialista-comunista e é legitimado com assinaturas coletadas na base de ameaças e intimidações (Cf. artigo recomendado).
 
Pelo exposto, a CNBB deveria abandonar - por fidelidade à doutrina, aos princípios e orientações da Igreja Católica - a "Coalizão pela Reforma Política Democrática" e retirar o apoio dado à proposta de reforma política apresentada por ela.

 
NOTA.
 
Católico, EXIJA da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil a fidelidade à Igreja, ASSINE e COMPARTILHE esta petição: "Pela retirada da CNBB do projeto de Reforma Política e Plebiscito Constituinte" [http://www.peticaopublica.com.br/psign.aspx?pi=BR77163].
 

ARTIGO RECOMENDADO.
 
BRAGA, Bruno. "Ameaças e intimidações para promover Reforma Política. E agora, CNBB?" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/ameacas-e-intimidacoes-para-promover.html].
 
 

Thursday, November 27, 2014

O MST e a Teologia da Libertação, a CNBB e o projeto de poder petista-socialista-comunista no Brasil.

Bruno Braga.
Bibliografia e material para estudo.
 
 
 
 
Os trechos do livro "Pastoral da Terra e MST incendeiam o país" (Gregório Vivanco Lopes. Editora Paz no Campo: São Paulo, 2004. Cf. imagem da capa) - abaixo reproduzidos em itálico e separados em notas, com destaques para determinados termos e passagens, e anotações em colchetes - foram reunidos para compor um material de estudo.
 
Para uma compreensão melhor dos textos é pertinente fazer duas observações. A Teologia da Libertação não é propriamente uma teologia, mas sim um instrumento com aperência de teologia que, para tomar de assalto a Igreja Católica, molda a fé de maneira ardilosa para utilizá-la em favor do projeto de poder socialista-comunista. A CNBB, por sua vez, - e diferentemente do que muitos católicos pensam - não é a Igreja. Ela não pertence à Hierarquia e não tem autoridade sobre os Bispos. A CNBB é apenas um órgão auxiliar que, há décadas, vem sendo aparelhada para servir aos mesmos objetivos denunciados na Teologia da Libertação: favorecer um projeto de poder - ao sacrifício da doutrina, dos princípios e orientações da Igreja Católica.
 
Os "artigos recomendados" ao final da publicação complementam este material de estudo.

I.
pp. 09-12.


Nada de grande nasce de repente. Na escalada da agitação rural bafejada pela "esquerda católica" há marcos de grande significado. Entre eles, constituiu fator fundamental a INFILTRAÇÃO DO COMUNISMO NOS MEIOS CATÓLICOS.
 
Como foi possível isso?
 
O comunismo clássico, de tipo ateu, não conseguiu prosperar no Brasil, nem mesmo na época em que ele pontificava, do alto de sua cátedra de fumaça e de mentira, na União Soviética. Os partidos comunistas brasileiros sempre foram partidos anões, vistos com antipatia pela grande maioria da população. Fenômeno semelhante, com estes ou aqueles matizes, deu-se em toda a América Latina.
 
E o grande obstáculo que encontravam tais partidos para seu crescimento, situava-se exatamente na alma católica do povo brasileiro, fiel à Santa Igreja, aos seus Mandamentos, à sua visão do Universo. Fiel ainda aos documentos emanados da Santa Sé, que invariavelmente condenavam o comunismo e o socialismo como opostos aos ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo.
 
De outro lado, dada a importância geográfica, territorial e de influência do Brasil na América Latina, era impensável comunizar esta sem primeiro revolucionar a Terra de Santa Cruz. Como poderiam sair desse impasse os arautos da revolução mundial e da luta de classes?
 
Tal situação afigurava-se confrangedora para eles. Enfrentar toda uma Nação e todo um Continente, obrigando-os a vergar ao domínio vermelho, por meio de uma ditadura férrea, parecia pouco eficiente. O totalitarismo cubano ali estava a mostrar que seu prolongamento no tempo só atraia para si as iras das vítimas, em lugar de domá-las e convencê-las. E isto numa pequena ilha. O que dizer de um país-continente como o Brasil?
 
Não podendo derrubar a cidadela, os inimigos optaram por infiltrá-la. Através de um trabalho cuidadoso e sistemático nos seminários, nas associações religiosas, nos meios católicos mais influentes, conseguiriram arrastar - pensavam eles - toda a Nação. Pois é sabido que o peixe apodrece pela cabeça.
 
[...]

Esse processo de infiltração socialo-comunista que se fez na Igreja, deu origem à chamada "esquerda católica", e correspondeu aos mais altos interesses da subversão em nossa Pátria. Travestido em religioso o socialo-comunismo, suas possibilidades de êxito cresceram consideravelmente.
 
"Especialmente a partir de 1968 - explica Plinio Correa de Oliveira - começaram a soprar no Brasil os ventos da TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO (...) Na Hierarquia Eclesiástica, como nos seminários e noviciados esses ventos sopraram cada vez mais, a tal ponto que poucas têm sido, no Brasil, as vozes eclesiásticas a se erguerem contra a penetração crescente da esquerda. E, assim, para incontáveis brasileiros, desnorteados e alvoroçados, a figura que o Episcopado apresenta em seu conjunto é de uma potentíssima força de esquerda".

II.
pp. 15-17.

[...]

Após o nascimento do MST, competia à Pastoral da Terra "EDUCAR" o filho que pusera no mundo, para que absorvesse bem os princípios marxistas e nada lhe faltasse para a missão demolidora que lhe estava reservada.
 
Assim, os "Cadernos de Estudos - CPT" publicaram um livreto onde se mostra que a CPT utiliza nos acampamentos e assentamentos a análise marxista:
"O processo de inserção dos agentes de pastoral das igrejas na problemática do campo é progressivo. Quando os representantes das igrejas aplicam a análise do método marxista são interpelados pelo confronto: a pessoa e o objeto".
 
"A CPT atuando nos momentos agudos dos conflitos, caminhando junto no cotidiano das lutas populares, ela tem sido a materialização da presença do transcendnete".
Ou seja, é o apoio da religião ['transcendente'] às chamadas "lutas populares" de caráter marxista.
 
O mesmo opúsculo acentua que a "ação pastoral" da CPT visa a imposição de um "poder popular" de caráter autogestionário. Convém lembrar que a autogestão constava já da Constituição da ex-URSS como sendo a finalidade a ser atingida pelo comunismo.
"A construção do Reino de Deus se dá na luta comunitária por libertação econômica, política, ideológica e religiosa dos oprimidos, através da militância pastoral profética do próprio povo oprimido... a ação pastoral busca contribuir através da construção do poder popular e de relações autogestionárias".
Informa João Pedro Stédile, "onde existe a Comissão Pastoral da Terra, os sem-terra se desenvolvem com maior facilidade". O mesmo Stédile afirma que a "abordagem socialista [do MST] está relacionada com os princípios da Igreja Católica. Ele afirmaria uma verdade se, em lugar de Igreja Católica, dissesse "esquerda católica".
 
[...]

Dessa atuação das pastorais nos acampamentos e assentamentos do MST vem, por exemplo, a constante utilização da Bíblia para "justificar" invasões. Episódios como o da escravidão dos hebreus no Egito são interpretados tendenciosamente, de modo a pintar com um colorido religioso as revoltas e invasões que presentemente se fazem.
 
A Bíblia é utilizada também para amolecer as resistências morais dos proprietários de terras às invasões, acusando-os de estar usufruindo indevidamente suas propriedades.
 
Sem meios de conhecer por si sós a verdadeira doutrina da Igreja, os proprietários muitas vezes têm seu ânimo arrefecido por efeito mesmo daquilo que deveria constituir sua maior resistência moral, ou seja, sua catolicidade.
 
Os clérigos que apoiam as invasões de terras são os que seguem a chamada TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO. Embora esse tipo de doutrina subversiva tenha sofrido graves reparos e mesmo condenações por parte da Santa Sé, na prática ela continua sendo adotada impunemente por um considerável contingente de clérigos, alguns até altamente colocados na Hierarquia católica no Brasil. O nome "teólogo da libertação" usa-se bem menos do que antes, mas a doutrina e prática não se modificaram.

III.
pp. 29-32.

[...]

Não só padres e religiosos têm propulsionado a realização de uma Reforma Agrária socialista e confiscatória e mesmo participado e apoiado invasões de terras. Também a CNBB tem atuado nesse sentido, quer apoiando a CPT, quer por outros meios. A cúpula da CNBB não critica e não impede a ação subversiva de suas pastorais, pelo contrário a apóia.
 
Mas a tomada de posição mais circunstanciada da CNBB, em favor da Reforma Agrária socialista e confiscatória, foi tomada em 1980, num documento coletivo da entidade, que se mostrava contrário às propriedades rurais de tamanho médio ou grande.
 
Intitulado "Igreja e problemas da Terra", tal documento constituiu-se - analisa o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira - numa "explosão agro-reformista de nível ideológico", caracterizado por "seu espírito e seus propósitos radicalmente igualitários; proclamava a determinação de promover, depois da Reforma Agrária, a Reforma Urbana, a qual visa implantar no solo urbano o mesmo igualitarismo que a Reforma Agrária institui no solo rural. Com o que tornava curto o caminho rumo à implantação de uma Reforma Agrária Empresarial (industrial e comercial) igualitária. Igualdade sócio-econômica completa, portanto".
 
[...]

A radicalidade da CNBB tem assustado até mesmo o Partido Comunista Brasileiro. Por ocasião dos debates na Constituinte, em 1987, o presidente do PCB, Roberto Freire, achou melhor dissolidarizar-se das posições do organismo episcopal contra o direito de propriedade: "Existem algumas propostas, inclusive da Igreja, que são uma tremenda democratização da propriedade privada, que até nós, comunistas, discordamos. (...) O que eu quero dizer é que muitas dessas propostas, inclusive a da Igreja, quando democratiza demais a propriedade, porque pulveriza, nós, comunistas, não defendemos esse modelo de reforma".
 
Por outro lado, uma parlamentar do PC do B - partido mais radical que o PCB - apóia entusiasticamente a CNBB:
 
A deputada estadual pelo PC do B, Jussara Cony, em pronunciamento feito na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, manifestou sua solidariedade para com a CNBB "pela sua história de compromisso com reformas econômicas e sociais". Segundo ela, "o povo está num estágio mais avançado de compreensão do papel da CNBB na luta por um novo rumo para o País". O pronunciamento da parlamentar gaúcha foi registrado no site da Assembléia local, e reproduzido também num jornal comunista.
 
A afirmação da deputada Cony tem um mérito inegável. Realça uma situação que, muitos hoje em dia, talvez até por pudor, procuram velar ou mesmo não ver. Ou seja, pelo menos em matéria de Reforma Agrária (para não falar de Reforma Urbana, indigenismo etc), AS POSIÇÕES QUE A CNBB VEM TOMANDO, HÁ JÁ MUITO TEMPO, SÃO AS MESMAS DO COMUNISMO MAIS RADICAL.
 
[...]
 
Por todos esses dados, explica o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, "a tônica das declarações da CNBB tem sido a de quem se pretende intérprete genuína dos mais profundos anseios populares, e autêntico porta-voz deles. Entretanto, ignorando que o povo brasileiro é majoritariamente centrista e conservador, o organismo episcopal apresenta como reivindicações "do povo" as posições mais radicais.

IV.
pp. 34-36.

A CNBB arrisca até, por vezes, justificações parciais das invasões, apesar dos claros pronunciamentos do Papa [João Paulo II] em sentido contrário.
 
[...]

HAVERÁ, ainda que implícito, UM PACTO REFORMISTA ENTRE A CNBB E O GOVERNO, mediante o qual o organismo episcopal se incumbiria de pressionar a opinião pública, majoritariamente católica, a aceitar uma Reforma Agrária cada vez mais radical? Tal possibilidade de um pacto já foi levantada por ocasião do Plano Nacional de Reforma Agrária do governo Sarney, em que o próprio Ministro da Reforma Agrária de então, Nelson Ribeiro, foi indicado pela CNBB.
 
Na ocasião, em estudo de grande repercussão, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira denunciava "o pacto reformista entre o Governo e a CNBB".
 
Em 28-6-1986, quando se anunciava uma visita do então presidente da República, José Sarney, ao Sumo Pontífice, para pedir-lhe um pronunciamento favorável à Reforma Agrária que o governo então empreendia, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira enviou carta a João Paulo II, juntamente com o livro do economista Carlos Patrício del Campo "Is Brazil Sliding Toward the Extreme Left?" (Está o Brasil resvalando para a extrema esquerda?), mostrando sua divergência com a "esquerda católica". Essa divergência se manifestava sobretudo em relação ao trabalho das pastorais da CNBB.
 
Ante essa trajetória, não estranha a declaração feita em 1987, NA SEDE DA CNBB, pelo então PRESIDENTE DO PT (HOJE PRESIDENTE DA REPÚBLICA), LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA: "A IGREJA DESENVOLVE UM TRABALHO COMUNITÁRIO DE BASE COM ORIENTAÇÕES QUE SE AFINAM COM AS DO PT".
 
Bem mais recentemente, em 30-10-03, na residência do agora presidente do Senado, José Sarney, reuniu-se com o PRESIDENTE DA REPÚBLICA, ministros, 19 senadores, diversos deputados, "A MAIS ALTA CÚPULA DA IGREJA CATÓLICA NO BRASIL, os Cardeais D. Geraldo Majella Agnelo, presidente da CNBB, D. Eugênio Sales, arcebispo emérito do Rio, D. Cláudio Hummes, arcebispo de São Paulo, D. Eusébio Scheid, o mais novo cardeal brasileiro, D. José Freire Falcão, arcebispo de Brasília, vários arcebispos, bispos e padres. (...) A REFORMA AGRÁRIA ENTRA EM PAUTA. NO DIA SEGUINTE, A CNBB LANÇARÁ UMA NOTA 'ESTIMULANDO' O PROJETO APRESENTADO PELO EX-DEPUTADO PLINIO DE ARRUDA SAMPAIO.
 
A referida Nota da CNBB pedia uma Reforma Agrária radical, apoiava a CPT e voltava a ameaçar com a "explosão social", caso não se realize a Reforma Agrária. O ministro encarregado da Reforma Agrária, MIGUEL ROSSETTO, disse que concordava com a Nota e comentou: "A CNBB É NOSSA PARCEIRA NESSA QUESTÃO".
 
E D. Luciano Mendes de Almeida, em artigo para a imprensa diária, insistiu: "a CNBB acolhe com satisfação o anúncio de que o atual governo estará lançando em breve o novo Plano Nacional de Reforma Agrária (PNRA) e incentiva sua pronta aplicação". No mesmo sentido pronunciou-se o Cardeal Arcebispo de São Paulo, D. Claudio Hummes.
 
"Desde o ano passado, a CNBB cobra do governo agilidade no programa de reforma agrária. A entidade chegou a divulgar uma nota, em novembro, para dizer que, "pela gravidade e urgência, a questão agrária era prioridade".
 
 
ARTIGOS RECOMENDADOS.
 
PACEPA, Ion Mihai. "A Cruzada religiosa do Kremlin". Trad. Bruno Braga. [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/04/a-cruzada-religiosa-do-kremlin.html].
BRAGA, Bruno. "Notas sobre a Teologia da Libertação" [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/05/notas-sobre-teologia-da-libertacao.html].
______. "A promoção efetiva da Teologia 'Socialista-Comunista' da Libertação" [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/05/a-promocao-efetiva-da-teologia.html].
______. "Sob a ´benção´ do ´Comandante´" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/02/sob-bencao-do-comandante.html].
______. "A barbárie SOCIALISTA-COMUNISTA-BOLIVARIANA e a contribuição do 'apostolado da revolução'" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/02/a-barbarie-socialista-comunista.html].
______. "A Escola do MST, o acordo bolivariano e o treinamento dos sem-terra" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/a-escola-do-mst-o-acordo-bolivariano-e.html].
 

Wednesday, November 26, 2014

Ameaças e intimidações para promover Reforma Política. E agora, CNBB?

Bruno Braga.
Nota publicada no Facebook em 26 de Novembro de 2014.

 
 

Em uma solenidade no início do mês de Novembro, a EDUCAFRO - Educação para Afrodescendentes e Carentes - entregou 20.000 assinaturas de apoio ao projeto de lei de iniciativa popular pela Reforma Política apresentado pela Coalizão pela Reforma Política Democrática (Cf. [http://www.reformapoliticademocratica.org.br/educafro-entrega-20-mil-assinaturas/]).

Porém, a EDUCAFRO coletou suas assinaturas com ameaças e intimidações. O estudante que não colaborasse com a promoção do projeto de reforma política poderia ser multado em 300 reais. Frei David - o principal representante da ONG, e que de frei não tem nada - anunciou de forma histérica que poderia cortar bolsas universitárias (Cf. vídeo disponibilizado por Felipe Moura Brasil e as denúncias redigidas por ele que estão indicadas logo abaixo).
 


 
E agora? A CNBB continuará colaborando com essa nefasta proposta de reforma política? O apoio da conferência à iniciativa já é um escândalo. A CNBB não só usurpa sua competência e suas atribuições. Ela contraria integralmente os princípios e orientações da Igreja Católica. Promove uma proposta de reforma política que maliciosamente fortalece um esquema de poder totalitário petista-socialista-comunista. Insere nas instâncias decisórias da vida pública uma série e grupos e movimentos sociais que pregam luta de classes, que estão envolvidos em atividades criminosas, comprometidos com a ideologia de gênero, com a legalização das drogas, com o ABORTO - com o ASSASSINATO DE CRIANÇAS indefesas. E com o episódio da Educafro, a CNBB passa a apoiar também uma fraude.


NOTA. Para o católico que EXIGE da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil a fidelidade à Igreja, ASSINE e COMPARTILHE esta petição: "Pela retirada da CNBB do projeto de Reforma Política e Plebiscito Constituinte" [http://www.peticaopublica.com.br/psign.aspx?pi=BR77163].


ARTIGOS RECOMENDADOS.

Felipe Moura Brasil: [1] "Vídeos exclusivos: Estudantes reagem às ameaças de Frei David, da Educafro, de cortar bolsas se não coletarem assinaturas para reforma política do PT. E ele fica bravinho!" [http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/11/19/videos-exclusivos-estudantes-reagem-as-ameacas-de-frei-david-da-educafro-de-cortar-bolsas-se-nao-coletarem-assinaturas-para-reforma-politica-do-pt-e-ele-fica-bravinho/]; [2] "Reforma política do PT: Educafro ameaça com multa e perda da bolsa estudantes que coletam assinaturas. É isso que petistas chamam de 'iniciativa popular'? Entenda como o partido de Dilma quer construir a ditadura perfeita" [http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/11/11/reforma-politica-do-pt-educafro-ameaca-com-multa-e-perda-da-bolsa-estudantes-que-nao-colhem-assinaturas/].

BRAGA, Bruno. "Padres pregam proposta de reforma política. Fiéis, não assinem!" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/07/padres-pregam-proposta-de-reforma.html].

______. "O porta-voz comunista da reforma política celebrada por padres" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/07/o-porta-voz-comunista-da-reforma.html].

______. "A reforma política da CNBB. Católicos, não assinem!" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/08/a-reforma-politica-da-cnbb-fieis.html].

______. "CNBB firma PACTO com Governo PETISTA: promover a reforma política SOCIALISTA-COMUNISTA" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/08/cnbb-firma-pacto-com-governo-petista.html].

______. "'O Chefe' convoca a militância para a reforma política da CNBB" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/08/o-chefe-convoca-militancia-para-reforma.html].

______. "O 'poder econômico' no projeto de reforma política da CNBB" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/09/o-poder-economico-no-projeto-de-reforma.html]
 


Wednesday, November 19, 2014

Não sabe de nada, inocente?

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.

 
I.

 
No dia 12 de Novembro, Miguel Rossetto - o Ministro do Desenvolvimento Agrário de Dilma Rousseff - disse, em Audiência Pública na Câmara dos Deputados, que "desconhece" o acordo firmado entre o MST e o governo bolivariano da Venezuela. Um pacto que prevê doutrinação e treinamento de guerrilha para os sem-terra, e que tem o objetivo de fazer avançar a "revolução socialista" no Brasil. Mas será que o ministro PETISTA realmente não sabe de nada? Porque ele conhece muito bem a natureza e o propósito das atividades promovidas pelo MST.
 
Em 2005, Miguel Rossetto era o ministro do Desenvolvimento Agrarário do ex-Presidente Luiz Inácio. Naquele ano, ele participou da inauguração da Escola Nacional Florestan Fernandes (EFNN), a escola de "formação" dos sem-terra (Cf. imagem). Para escândalo geral, era um ministro de Estado participando - sem o menor constrangimento - das celebrações de uma quadrilha que organiza e fomenta ações criminosas por todo o país.
 
 
Pior. Miguel Rossetto não presenciou apenas as felicitações dirigidas aos sem-terra por Maximilian Averlaiz - assessor e representante do governo venezuelano. Na cerimônia que inaugurou a escola onde recentemente foi firmado o acordo entre o MST e o governo bolivariano, o ministro Rossetto ouviu de Egydio Brunetto, integrante da direção nacional do movimento:
"É a principal escola que vamos ter para formar quadros para ocupar terras" [...] "Sejam os latifúndios produtivos ou improdutivos. Formar quadros para ocupar terras é o principal objetivo da escola" (Fonte: O Estado de São Paulo, 24 de Janeiro de 2005 [http://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/314878/noticia.htm?sequence=1]).

Pelo visto, o ministro Miguel Rossetto não parece ser tão inocente assim...
 
(*) Com foto e informações de "Brasil de Fato", 27JAN-02FEV de 2005.


II.

 
Em 2005, Miguel Rossetto participou da inauguração da Escola Latino-americana de Agroecologia (ELAA). Situada no município da Lapa, no estado do Paraná, a ELAA é uma iniciativa do MST nos moldes da Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), a escola de "formação" dos sem-terra.
 
A ELAA contou com as contribuições do governo paranaense, na época representado por Roberto Requião (PMDB), e do governo federal, por meio da UFPR (Universidade Federal do Paraná). Mas a escola do MST é sobretudo uma PARCERIA com o governo bolivariano da Venezuela (Cf. imagem - Fonte: Jornal Sem Terra, Setembro de 2005, p. 07).
 
 
Na solenidade de inauguração da ELAA, o ministro Rossetto - então ministro do Desenvolvimento Agrário de Luiz Inácio - tinha as companhias do governador do estado do Paraná, de João Pedro Stédile - líder máximo dos sem-terra -, e Judith Valência, professora da Universidade Central da Venezuela.
 
No entanto, é incrível. Quanta "inocência" e "ingenuidade"... Miguel Rossetto - agora ministro do Desenvolvimento Agrário da Presidente PETISTA Dilma Rousseff - diz "desconhecer" o acordo de cooperação firmado recentemente pelo MST com o governo venezuelano, acordo que prevê doutrinação socialista-comunista e treinamento de guerrilha para os sem-terra.

 
III.

 
Este é Miguel Rosseto. O ministro do Desenvolvimento Agrário da Presidente Dilma que, "pobre inocente", diz "desconhecer" o acordo firmado entre o MST e o governo bolivariano da Venezuela para doutrinação socialista-comunista e treinamento guerrilheiro dos sem-terra.
 
Em 2004, o ministro Rossetto - ocupando a mesma pasta dentro do governo Luiz Inácio - participou das comemorações do aniversário de 20 anos do MST, celebrado na cidade de Itupeva, em São Paulo. Na cerimônia, o ministro Rossetto discursou entusiasmado; sorridente, ergueu o braço junto com João Pedro Stédile, o líder máximo do MST; viu as crianças cantarem o hino da Internacional Socialista (Cf. imagens. Fonte: EBC Memória, 21 de Junho de 2004 [http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/galeria/2004-06-21/21-de-junho-de-2004]).
 
 
Esse é o "ingênuo" ministro Rossetto...

 
IV.

 
Ora, ora, ora... O ministro Miguel Rossetto disse em Audiência Pública na Câmara dos Deputados que "desconhece" o acordo firmado entre o MST e o governo bolivariano da Venezuela. No entanto, o ministro do Desenvolvimento Agrário da Presidente Dilma, conhece, e conhece muito bem, Elías Jaua - o emissário de Nicolás Maduro que veio recentemente ao Brasil.
 
Em 2005, o ministro Rossetto - ocupando no governo Luiz Inácio a mesma pasta que hoje conduz para Dilma Rousseff - também estabeleceu um "acordo de cooperação" com a Venezuela. Um acordo que estabelecia "troca de informações" sobre "os setores do desenvolvimento agrário, do desenvolvimento social". Naquele ato, o representante do governo bolivariano - que estava a mando do tiranete Hugo Chávez - era ninguém menos que Elías Jaua, então ministro da Economia Popular da Venezuela (Cf. imagem - os destaques em vermelho e as fotos são acréscimos meus. Link: Ministério do Desenvolvimento Agrário [http://www.mda.gov.br/sitemda/noticias/modelos-de-projetos-p%C3%BAblicos-de-irriga%C3%A7%C3%A3o-para-agricultura-familiar-%C3%A9-tema-de-debate-na?page=1361]).

 
Eis o "ingênuo" ministro Rossetto... Ele que tem o dever de prestar esclarecimentos públicos sobre os termos do acordo firmado com Elías Jaua em 2005, e o que estava fazendo à mesa com um sujeito que que agora vem ao país para assumir um compromisso com MST: doutrinar os sem-terra e treiná-los em ações de guerrilha para fazer avançar a "revolução socialista" no Brasil.
 
 
V.

 
Em 2003, Miguel Rossetto disse que a não havia nenhum ponto de conflito entre o seu projeto de reforma agrária e o que é exigido pelos sem-terra. Nas páginas amarelas da revista Veja, ele observou que a única divergência que tinha com João Pedro Stédile estava no futebol: Rossetto é colorado, Stédile, gremista. Por isso, o então ministro do Desenvolvimento Agrário do ex-Presidente Luiz Inácio ressaltou que poderia inclusive nomear o líder máximo do MST para ajudá-lo a conduzir a reforma agrária (Cf. Imagem - os destaques em vermelho são meus. A entrevista completa pode ser lida neste link: [http://veja.abril.com.br/260303/entrevista.html]).

 
É mais uma do ministro Rossetto - o "pobre inocente" ministro do Desenvolvimento Agrário da Presidente Dilma que diz "desconhecer" o acordo de colaboração firmado entre o MST e o governo bolivariano da Venezuela, um acordo que prevê a doutrinação socialista-comunista e treinamento guerrilheiro para os sem-terra.

 
ARTIGOS RECOMENDADOS.
 
BRAGA, Bruno. "MST - acordo bolivariano, doutrinação e guerrilha" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/mst-acordo-bolivariano-doutrinacao-e.html].
______. "A Escola do MST, o acordo bolivariano e o treinamento dos sem-terra" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/a-escola-do-mst-o-acordo-bolivariano-e.html].


Friday, November 14, 2014

A Escola do MST, o acordo bolivariano e o treinamento dos sem-terra.

Bruno Braga.
Notas publicadas no Facebook.
 
 

I.
 
Escola do MST - acordo bolivariano e glorificação de terrorista.

Nas últimas semanas, a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) serviu de palco para o estabelecimento de um acordo de cooperação entre o MST e o governo bolivariano da Venezuela, que foi representado por Elías Jaua, ministro do tiranete Nicolás Maduro. Uma parceria que prevê doutrinação socialista-comunista e treinamento de guerrilha - objetivo: avançar a "revolução socialista".
 
A ENFF - situada no município de Guararema, Região Metropolitana de São Paulo - é organizada pelos sem-terra. Recentemente, a escola promoveu uma homenagem a Carlos Marighella - ato que, somado ao acordo bolivariano e a tantas outras atividades, expõe de forma escandalosa a cultura fomentada naquele espaço.
 
 

Marighella foi um dos principais líderes dos grupos terroristas que pretendiam implantar o socialismo-comunismo no Brasil pelas armas. Recebeu treinamento na China e em Cuba. É o autor do "Manual do Guerrilheiro Urbano", um guia de orientação para quadrilhas de revolucionários, e que ilustra perfeitamente as suas atividades no país: "No Brasil o número de ações violentas praticadas é já muito elevado. Entre estas ações estão mortes, explosões de bombas, captura de armas, de explosivos e munições, 'expropriações' de bancos, ataques contra prisões, etc., atos que não podem deixar dúvidas sobre as intenções revolucionárias" (MARIGHELLA, Carlos. "Manuel de Guerrilla Urbaine". p. 06 [Tradução livre da versão eletrônica em francês]).
 
Os episódios envolvendo a ENFF e o MST - o acordo bolivariano e a glorificação de um terrorista - dão uma amostra do tipo de formação que está sendo patrocinada com dinheiro público. Uma formação ligada a um projeto de poder - não apenas pelo seu conteúdo ideológico, mas porque os sem-terra são o braço do PT e do Foro de São Paulo no campo.

 
II.
 
A "escola" do MST.


Neste vídeo, a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF). Uma apresentação que começa e é concluída com o hino da INTERNACIONAL SOCIALISTA, e que já dá uma noção de como a militância revolucionária dos sem terra é "formada" na escola que está na pauta dos noticiários por ter servido de palco para a assinatura de um acordo de cooperação entre o MST e o governo bolivariano da Venezuela, representado na oportunidade por Elías Jaua, ministro do tiranete Nicolás Maduro. Uma parceria que prevê doutrinação socialista-comunista e treinamento de guerrilha - objetivo: avançar a "revolução socialista".

 
III.
 
Uma visita hollywoodiana na escola do MST.


Neste vídeo, Benício Del Toro, o ator porto-riquenho que viveu Che "O Porco Psicopata" Guevara nas telas do cinema, representa mais um papel: o papel "idiota útil". Em 2010, ele visitou a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) - a escola do MST - e promoveu, como mais uma figura pública internacional imbecilizada pela fantasia revolucionária, a "causa" dos sem terra, da guerrilha rural petista-socialista-comunista.

 
IV.
 
Del Toro - o ator que representou Che "O Porco Psicopata" Guevara no cinema e serviu de IDIOTA ÚTIL visitando a escola de doutrinação do MST - torna-se garoto-propaganda da quadrilha do Foro de São Paulo, da organização fundada por Lula e Fidel Castro para fomentar o socialismo-comunismo na América Latina.
 
 
Em 2010, ele participou de um comício do PT em São Paulo para a promover a então candidata Dilma Rousseff - e ouviu do presidente Luiz Inácio:
"Eu preciso de gente como você ao meu lado, Benício" [...] "O apoio de artistas e intelectuais com o teu prestígio é muito importante para dar mais repercussão e popularidade a essas idéias. Quando terminar meu governo, vou te procurar para trabalharmos juntos".
E Del Toro respondeu:
"Estarei à disposição do senhor na hora em que me chamar".



V.
 
Betto e o "apostolado da revolução" na escola do MST.

Na Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), Betto analisa a "conjuntura latino americana" (Cf. imagem - evento de setembro de 2014).
 
 
Betto, o "apóstolo da revolução" que, com um disfarce de "frei" e pregando um simulacro de teologia - a Teologia da Libertação -, parasita a Igreja Católica contrariando integralmente os seus princípios, politiza e instrumentaliza a fé para promover o projeto de poder petista-socialista-comunista.
 
Terrorista durante o Regime Militar, Betto foi um dos fundadores do PT. Posteriormente, tornou-se assessor do ex-presidente Luiz Inácio, atuando antes como dirigente do Foro de São Paulo - da organização fundada por Lula e por Fidel Castro para fomentar o socialismo-comunismo na América Latina, e que hoje domina a política no continente.
 
Pelo "currículo", é possível imaginar o conteúdo da exposição de Betto; certo mesmo é que ele o "qualifica" para se apresentar na escola que recentemente serviu de palco para a assinatura de um acordo de cooperação entre o governo bolivariano da Venezuela e os sem terra - acordo que prevê doutrinação socialista-comunista e treinamento de guerrilha.

 
VI.
 
Por falar em Betto, escola do MST e acordo bolivariano...

Em 2010, Carlos Alberto Libânio Christo - o tal "frei" Betto - se reuniu com Hugo Chávez em Caracas. O propósito do encontro era abordar a "herança cultural da América Latina", e tratar, para além das culturais, de questões políticas e religiosas.
 
 
Porém, daquela reunião participaram mais duas autoridades importantes: Elías Jaua e Nicolás Maduro. Maduro, na época do encontro, era Ministro das Relações Internacionais. Hoje é Presidente da Venezuela, é o herdeiro do tiranete bolivariano. Elías Jaua era Vice-Presidente, e agora ocupa o Ministério do Poder Popular para os Movimentos Sociais. Nesta função, Jaua - como Ministro de Maduro - foi o encarregado de assinar nas últimas semanas um acordo de cooperação entre o governo venezuelano e o MST. Acordo firmado na sede da Escola Nacional Florestan Fernandes, a escola dos sem terra, e que previa doutrinação socialista-comunista e treinamento de guerrilha.
 
Betto e Chávez. Mas as presenças de Jaua e Maduro, que tornam aquele encontro, diante dos fatos recentes, ainda mais significativo. Provavelmente, não conversaram apenas sobre a "herança cultural", mas cuidaram de discutir um projeto de poder. Um projeto no qual todos eles estão envolvidos e também reunidos: na cúpula do Foro de São Paulo, organização fundada por Lula e Fidel Castro para promover o socialismo-comunismo na América Latina.

(*) Com informações de AVN, 19 de Novembro de 2010, "President Chavez, Frei Betto debated about Latin America's cultural heritage" [http://www.avn.info.ve/contenido/president-chavez-frei-betto-debated-about-latin-america039s-cultural-heritage].


VII.
 
"Escola" do MST promove o "SÁBADO COMUNISTA".
 
 
Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) celebra o totalitarismo genocida, a maior e mais eficiente máquina de produzir cadáveres da história da humanidade (Cf. Imagem - Foto de 2010). É o centro de "formação" dos sem terra - do braço do PT no campo -, e que está na pauta do noticiário por servir de palco para um acordo de cooperação com o governo bolivariano da Venezuela - acordo este que prevê doutrinação e treinamento de guerrilha -, exibindo sua fidelidade a uma "tradição" soviética e o seu objetivo primordial: fazer avançar a revolução socialista-comunista. Tudo feito com a aplicação de recursos públicos.

 
ARTIGO RECOMENDADO.
 
BRAGA, Bruno. "MST - acordo bolivariano, doutrinação e guerrilha" [http://b-braga.blogspot.com.br/2014/11/mst-acordo-bolivariano-doutrinacao-e.html].