Friday, March 01, 2013

"Movimento gayzista", um comentário e uma resposta.


Bruno Braga.


Reproduzo aqui o comentário de Leonardo Avelar sobre o artigo “Um gibi gayzista” [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/02/um-gibi-gayzista.html] (Item I). Depois dele – Item II – apresento a minha resposta. Esta publicação é apenas uma oportunidade para esclarecer e expor algumas questões sobre o assunto, o “Movimento gayzista”.


I. Leonardo Avelar, 26 de Fevereiro de 2013.

Não sou gay, mas tenho verdadeira pena de pessoas tão inseguras com a sua sexualidade que são capazes de perder grande parte da própria vida preocupados em fazer campanha contra a sexualidade dos outros... "Movimento Gayzista" é fruto da imaginação de gente preconceituosa que precisa de ajuda psiquiátrica... 


II. Bruno Braga.

Leonardo,

Eu não me interesso, eu não me preocupo com o que as pessoas fazem com os seus membros e orifícios anais. O artigo – e outros publicados no Blog – denuncia, não a “homossexualidade”, mas o “Movimento gayzista”: grupos organizados com projeção política e seus projetos de engenharia social. Esta distinção está claramente exposta na nota [1] do texto: “Não confundir a homossexualidade com o Movimento gayzista. Este último é a transformação da sexualidade em princípio de organização política e de engenharia social”.

Agora, é curioso que você me acuse de “fazer campanha contra a sexualidade dos outros” - algo que, como observei, não faço -, mas especula sobre a minha sexualidade, não sem antes afirmar a sua própria.  

Leonardo, se convicto da sua “sanidade” – e afetando valor ao seu apreço – você define o “Movimento gayzista” como produto da “imaginação de gente preconceituosa que precisa de ajuda psiquiatra”, eu sugiro que faça a mesma advertência aos homossexuais e grupos de gays – “Gays de direita”, Nathalie de Willencout, por exemplo -, que se opõem ao “Movimento gayzista”, embora não possa acusá-los de serem preconceituosos. Se você julga que “Movimento gayzista” é uma “ficção”, Leonardo, então alerte o Governo Federal, que joga ao vento milhões em verbas públicas com grupos de ativistas gays “fantasmas”. Não se esqueça de informar o governo holandês que, no caso em tela, financiou um grupo LGBT “imaginário” – apesar de o “gibi” confeccionado ser, não apenas real e concreto, como registra a reportagem citada, mas escandaloso e obsceno aos olhos de um público que, para o seu elevado padrão de “normalidade”, é “preconceituoso” e “insano” simplesmente porque questiona o “didatismo” exposto nele.     

Atenciosamente,
Bruno Braga.

Barbacena, 01 de Março de 2013.  

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