Sunday, July 01, 2012

As novas metas do gayzismo [1].


Bruno Braga.


A proposta de inserir um “Kit gay” no programa pedagógico do Ensino Fundamental – isto é, para crianças de 11 anos – causa escândalo em qualquer pessoa com um mínimo de bom senso [2]. Porém, como todo item de uma agenda “progressista” está sujeito a “aperfeiçoamentos”, a nova meta do projeto “gayzista” é derrubar o limite da idade e trabalhar o “kit” com todas as faixas etárias.

Este foi um dos tópicos tratados no IX Seminário LGBT para a Infância, realizado no dia 15 de Maio na Comissão de Direitos Humanos e de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. Evento que revelou o nível de delírio que a mentalidade revolucionária encarnada no movimento gayzista pode alcançar: os professores são homofóbicos, e as melhores professoras são as prostitutas; os pastores são “curandeiros”; brincadeiras homossexuais entre crianças as fazem mais “inteligentes e perspicazes”.

A Deputada Fátima Bezerra do PT-RN - discursando como professora - destacou o cuidado com que o material do “kit gay” foi elaborado, atendendo a todos os padrões “científicos”. André Lázaro, Secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC em 2010, confirma o tipo de “padrão científico” utilizado ao revelar que a sua equipe passou meses discutindo até onde “entraria a língua” de um beijo lésbico que comporia um dos vídeos do material.   

A religião, um dos alvos estratégicos do movimento revolucionário, também foi tema do evento. Jean Wyllys, o revolucionário “colorido” [3], do alto de sua presunção teológica, sentenciou: o núcleo da cultura bíblica é “fundamentalista”. E o Reverendo “gayzista” Márcio Retamero, em um gesto de tolerância e de respeito à diversidade, não hesitou em condenar: “religiosos desgraçados” – e sugeriu a retirada dos “crucifixos”, de imagens de Maria, de “santo isso, santo aquilo” dos espaços públicos. O Reverendo disse estar disposto, inclusive, a pegar em armas se for instaurada uma Teocracia no Brasil.

Este espetáculo funesto promovido por um dos braços do movimento revolucionário pode ser assistido no vídeo abaixo.




(*) Nota. A exposição deste vídeo não tem o objetivo de promover nenhum candidato ou partido político.


Referências.

[1]. Não custa recordar a diferença entre o Homossexualismo e o Movimento gayzista. Este último é a transformação da sexualidade em instrumento político.


[3]. Cf. BRAGA, Bruno. Revolução “colorida” [http://dershatten.blogspot.com.br/2012/01/revolucao-colorida.html].

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