Sunday, May 20, 2012

Um destrambelhado nada ingênuo II.

Bruno Braga.


Não, o destrambelhado não é mesmo ingênuo [1]. Ele não é apenas um infrator da ortografia - escreve “GETULHO Vargas”.  Além disso, é um promotor da falsificação, porque disfarçado de analista político e sociólogo, atua como “Intelectual orgânico” - em um “Twitcam”, sem qualquer pudor, confessa que suas opiniões não são “científicas”, mas “políticas”.

Emir Sader foi um dos organizadores do “Manifesto dos Intelectuais” em favor da candidatura de Dilma Rousseff no processo eleitoral de 2010:

Este é um ato daqueles que votaram e apoiaram diferentes candidatos no primeiro turno e que se reúnem para defender conquistas. O outro lado representa o caminho do obscurantismo [2].

Depois que a eleição foi decidida em favor da sua candidata, Emir prosseguiu cuidando do “amparo teórico” que deveria legitimar as políticas executadas pelo governo. Segundo ele, esta legitimação teórica deve ser ministrada pelos “Intelectuais” e também pela Universidade [3].

Enquanto “Intelectual orgânico”, Emir Sader cumpriria com suas atribuições na Fundação Casa de Rui Barbosa; mas, foi demitido, antes mesmo de sua nomeação, depois de chamar a Ministra da Cultura de “altista” [4]. 
O destrambelhado não ficou ocioso – ele passou a cuidar do projeto do Instituto Lula [5].


I. Referências.

[1]. BRAGA, Bruno. Um destrambelhado nada ingênuo [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/04/um-destrambelhado-nada-ingenuo.html].



[4]. Idem.

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